{"id":5144,"date":"2021-07-23T13:40:44","date_gmt":"2021-07-23T16:40:44","guid":{"rendered":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/?p=5144"},"modified":"2021-07-23T14:19:43","modified_gmt":"2021-07-23T17:19:43","slug":"utilizacao-de-geotextil-bidim-para-cura-umida-de-piso-industrial-companhia-vale-do-rio-doce-es-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/utilizacao-de-geotextil-bidim-para-cura-umida-de-piso-industrial-companhia-vale-do-rio-doce-es-2\/","title":{"rendered":"RESUMO DE DISSERTA\u00c7\u00c3O DE MESTRADO FATORES DE INFLU\u00caNCIA NO COMPORTAMENTO DE CAMADAS ANTI-REFLEX\u00c3O DE TRINCAS COM GEOSSINT\u00c9TICOS"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Autor:<\/span><\/strong> Departamento T\u00e9cnico &#8211; Atividade Bidim<\/p>\n\n\n\n<h3><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">DADOS GERAIS<\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>Tema<\/p>\n\n\n\n<p>Resumo de Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado, Instituto Tecnol\u00f3gico de Aeron\u00e1utica ITA.<\/p>\n\n\n\n<p>T\u00edtulo<\/p>\n\n\n\n<p>Fatores de influ\u00eancia no comportamento de camadas Antirreflex\u00e3o de trincas com geossint\u00e9ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>Autor<\/p>\n\n\n\n<p>Fernando Wickert.<\/p>\n\n\n\n<p>Orientadora<\/p>\n\n\n\n<p>Prof.\u00aa. Delma Vidal.<\/p>\n\n\n\n<h2>Resumo<\/h2>\n\n\n\n<p>O trabalho tem a finalidade de discutir o comportamento do geot\u00eaxtil impregnado com asfalto utilizado na restaura\u00e7\u00e3o de pavimentos flex\u00edveis. O trincamento do pavimento acelera a queda do n\u00edvel de serventia, prejudicando a qualidade funcional do pavimento para o usu\u00e1rio. Para se fazer uma boa restaura\u00e7\u00e3o, que tenha uma vida de fadiga igual ou superior ao per\u00edodo de projeto, devemos identificar as causas do surgimento das trincas na superf\u00edcie do pavimento. O trincamento pode ser controlado ou retardado atrav\u00e9s do aumento da espessura da camada de recapeamento ou com a utiliza\u00e7\u00e3o de camadas Antirreflex\u00e3o de trincas entre a camada antiga e a nova. Como em qualquer sistema utilizando geossint\u00e9ticos h\u00e1 uma grande variedade de fatores que influenciam no desempenho do pavimento restaurado. No caso da pavimenta\u00e7\u00e3o utilizando geot\u00eaxtil, esses fatores incluem: o tipo de geot\u00eaxtil utilizado, o processo de instala\u00e7\u00e3o, o tipo de ligante utilizado, a taxa aplicada e uniformidade, a condi\u00e7\u00e3o de superf\u00edcie e prepara\u00e7\u00e3o, as propriedades do revestimento e as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas ou geogr\u00e1ficas. Foi realizado um conjunto de ensaios com diversos tipos de geot\u00eaxtis, analisando o efeito da temperatura, ensaios de tra\u00e7\u00e3o de faixa larga sem impregna\u00e7\u00e3o e com impregna\u00e7\u00e3o e ensaios de permeabilidade com diversas taxas de ligante. Estes ensaios objetivaram concluir que cuida na instala\u00e7\u00e3o e na escolha do material podem trazer benef\u00edcios futuros no que tange ao desempenho de pavimentos flex\u00edveis restaura com camadas de geossint\u00e9ticos. Atrav\u00e9s estu realiza, chegou-se \u00e0 conclus\u00e3o de que a maioria insucessos foi causada por problemas na instala\u00e7\u00e3o, sendo a impregna\u00e7\u00e3o insuficiente, em fun\u00e7\u00e3o da quantidade de ligante aplicada, da espessura do geot\u00eaxtil e da m\u00e1 impregna\u00e7\u00e3o de juntas e de dobras, a principal causa defeitos observa.<\/p>\n\n\n\n<h2>Ano da Defesa<\/h2>\n\n\n\n<p>2003<\/p>\n\n\n\n<p><strong>FATORES DE INFLU\u00caNCIA NO COMPORTAMENTO DE CAMADAS ANTI-<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p><strong>REFLEX\u00c3O DE TRINCAS COM GEOSSINT\u00c9TICOS<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2>Fernando Wickert<\/h2>\n\n\n\n<p>Tese apresentada \u00e0 Divis\u00e3o de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o do Instituto Tecnol\u00f3gico de Aeron\u00e1utica como parte requisitos para a obten\u00e7\u00e3o do t\u00edtulo de Mestre em Ci\u00eancia no Curso de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Engenharia de Infraestrutura Aeron\u00e1utica na \u00c1rea de Infraestrutura de Transportes. Orientadora: Prof. Dra. Delma de Mattos Vidal<\/p>\n\n\n\n<h2><strong>RESUMO DO ESTUDO EXPERIMENTAL<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Foram realiza ensaios de laborat\u00f3rio para um melhor entendimento do comportamento do geot\u00eaxtil e ligantes frente \u00e0s situa\u00e7\u00f5es encontradas no campo. Foram realiza ensaios de tra\u00e7\u00e3o de faixa larga (com e sem impregna\u00e7\u00e3o), reten\u00e7\u00e3o de asfalto, temperatura e permeabilidade, com cinco tipos de geot\u00eaxtis. Apresentam-se os ensaios e uma discuss\u00e3o resulta destes ensaios.<\/p>\n\n\n\n<h3>Produtos ensaia<\/h3>\n\n\n\n<p>Para os ensaios de laborat\u00f3rio foram utilizar cinco tipos de geot\u00eaxtis:<\/p>\n\n\n\n<h4>Tipo 1<\/h4>\n\n\n\n<p>Geot\u00eaxtil n\u00e3otecido agulhado de fibras cortadas, 100% polipropileno com massa por unidade de \u00e1rea nominal de 150 g\/m\u00b2, de cor cinza;<\/p>\n\n\n\n<h4>Tipo 2<\/h4>\n\n\n\n<p>Geot\u00eaxtil n\u00e3otecido agulhado de filamentos cont\u00ednuos, 100% poli\u00e9ster com uma massa por unidade de \u00e1rea nominal de 150 g\/m\u00b2, de cor cinza;<\/p>\n\n\n\n<h4>Tipo 3<\/h4>\n\n\n\n<p>Geot\u00eaxtil n\u00e3otecido agulhado, 100% polipropileno com uma massa por unidade de \u00e1rea nominal de 150 g\/m\u00b2, de cor branca;<\/p>\n\n\n\n<h4>Tipo 4<\/h4>\n\n\n\n<p>Geot\u00eaxtil n\u00e3otecido termo fixado, 100% polipropileno com uma massa por unidade de \u00e1rea nominal de 200 g\/m\u00b2, de cor cinza;<\/p>\n\n\n\n<h4>Tipo 5<\/h4>\n\n\n\n<p>Geot\u00eaxtil n\u00e3otecido termo fixado, 80% poli\u00e9ster e 20% polipropileno com uma massa por unidade de \u00e1rea nominal de 150 g\/m\u00b2, de cor branca.<\/p>\n\n\n\n<p>Os resulta obtido s\u00e3o mostra na tabela abaixo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td><strong>Ma (g)<\/strong><\/td><td>&nbsp;<\/td><\/tr><tr><td><strong>C.V. (%)<\/strong><\/td><td>54,66 &nbsp;&nbsp; 19,97 &nbsp;&nbsp; 15,81 &nbsp;&nbsp; 18,89 &nbsp;&nbsp; 20,25<\/td><\/tr><tr><td><strong>Ma min (g)<\/strong><\/td><td>141 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 133 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 152 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 196 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 132<\/td><\/tr><tr><td><strong><u>&nbsp; &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ma max (g)<\/u><\/strong><\/td><td>234 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 164 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 182 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 238 &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 158 &nbsp;<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>Tabela 1 Massa por unidade de \u00e1rea geot\u00eaxtis ensaia.<\/p>\n\n\n\n<h4>Coment\u00e1rios<\/h4>\n\n\n\n<p>Foi observado que os geot\u00eaxtis de fibra cortada t\u00eam uma varia\u00e7\u00e3o maior se comparado com os de filamentos cont\u00ednuos. No caso de geot\u00eaxtis termofixo, observou-se uma maior homogeneidade.<\/p>\n\n\n\n<p>A Figura 1 ilustra uma manta de geot\u00eaxtil fabricado com fibras de polipropileno, onde se pode observar falhas na fabrica\u00e7\u00e3o desta manta, mostradas com um c\u00edrculo de linhas simples. No c\u00edrculo com linhas duplas, observa-se um excesso de fios, onde a gramatura tende a ser maior.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"466\" height=\"352\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1466.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5147\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1466.png 466w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1466-300x227.png 300w\" sizes=\"(max-width: 466px) 100vw, 466px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Figura 1 Falhas de fabrica\u00e7\u00e3o (manta geot\u00eaxtil de polipropileno).<\/p>\n\n\n\n<h3>Temperatura<\/h3>\n\n\n\n<p>Uma propriedade em particular que n\u00e3o \u00e9 muito considerada antes da escolha do geot\u00eaxtil a ser utilizado \u00e9 a contra\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil durante a aplica\u00e7\u00e3o da camada de CBUQ, que dependendo da tens\u00e3o gerada pode ser associada ao trincamento durante a restaura\u00e7\u00e3o do pavimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Como a impregna\u00e7\u00e3o com CAP-7 e a camada de revestimento s\u00e3o geralmente aplicadas a temperaturas elevadas, \u00e9 importante verificar a temperatura admiss\u00edvel para o pol\u00edmero empregado no geossint\u00e9tico, recomendando-se em geral que seja resistente \u00e0 temperatura de aplica\u00e7\u00e3o do concreto asf\u00e1ltico e \u00e0s solicita\u00e7\u00f5es mec\u00e2nicas de instala\u00e7\u00e3o (Tasque Force 25, 1985). O objetivo deste ensaio \u00e9 determinar a porcentagem de encolhimento do geot\u00eaxtil frente a altas temperaturas.<\/p>\n\n\n\n<p>Os corpos de prova foram submeter a temperaturas de 110\u00baC, 135\u00baC, 150\u00b0C e 170\u00b0C, simulando a temperatura alcan\u00e7ada pelo CBUQ em uma restaura\u00e7\u00e3o de pavimento. O geot\u00eaxtil foi colocado em contato com uma chapa aquecida, como visualizado na Figura 2, e mantido por 2 minutos. Foram testa 5 corpos de prova para cada temperatura e cada tipo de geot\u00eaxtil, num total de 100 corpos de prova ensaia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"288\" height=\"246\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1467.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5148\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Figura 2 Equipamento utilizado para o ensaio de temperatura.<\/p>\n\n\n\n<p>Os resulta ensaios realiza indicam que as propriedades f\u00edsicas de encolhimento e for\u00e7a de encolhimento devem ser examinadas antes de se especificar um tipo de geot\u00eaxtil para a aplica\u00e7\u00e3o na restaura\u00e7\u00e3o de pavimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Observa\u00e7\u00f5es de instala\u00e7\u00f5es de campo feitas por Campbell e Kleimer (1996) t\u00eam demonstrado que, ocasionalmente, onde \u00e9 utilizado geot\u00eaxtil de polipropileno h\u00e1 a ocorr\u00eancia de trincas na camada nova do pavimento mesmo antes da compacta\u00e7\u00e3o. Os autores acreditam que essas trincas s\u00e3o um resultado direto da alta for\u00e7a de contra\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil em \u00e1reas onde as extremidades se sobrep\u00f5em e onde h\u00e1 dobras ou rugas, causando uma m\u00e1 compacta\u00e7\u00e3o do concreto asfalto e uma m\u00e1 impregna\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil.<\/p>\n\n\n\n<p>Quando dobras ou cortes est\u00e3o presentes no geot\u00eaxtil durante a opera\u00e7\u00e3o de recapeamento, a tens\u00e3o gerada pela contra\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil pode produzir um deslocamento significativo na dire\u00e7\u00e3o da dobra ou do corte. Essa contra\u00e7\u00e3o ocorre quando a camada nova de CBUQ est\u00e1 em uma temperatura muito elevada e com pouca resist\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"324\" height=\"292\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1468.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5150\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1468.png 324w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1468-300x270.png 300w\" sizes=\"(max-width: 324px) 100vw, 324px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Figura 3 Resultado ensaios de temperatura.<\/p>\n\n\n\n<p>Tabela 2 Resulta de ensaios de temperatura.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"alignleft size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"430\" height=\"253\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1469.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5151\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1469.png 430w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1469-300x177.png 300w\" sizes=\"(max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Como se pode observar na Figura 3, at\u00e9 a temperatura de 135\u00b0C os diversos produtos apresentam um bom desempenho. Da Tabela 5.2 observa-se que a contra\u00e7\u00e3o de to os geot\u00eaxtis at\u00e9 135\u00b0C foi inferior a 3%, a exce\u00e7\u00e3o do Tipo 2 que chegou a 5,3%. Assim sendo, pode-se comentar que:<\/p>\n\n\n\n<ol type=\"a\"><li>O geot\u00eaxtil Tipo 1 passou de uma porcentagem de contra\u00e7\u00e3o de 2,6% (135\u00b0C) a 23% (150\u00b0C) e 28,7% (170\u00b0C), na dire\u00e7\u00e3o longitudinal, tendo um encolhimento menor na dire\u00e7\u00e3o transversal;<\/li><\/ol>\n\n\n\n<ul><li>O geot\u00eaxtil Tipo 2 sofre um encolhimento ligeiramente maior na dire\u00e7\u00e3o longitudinal apontando um encolhimento de 3,6% nesta dire\u00e7\u00e3o a 110\u00b0C que chega ao m\u00e1ximo de 5,3% a 170\u00b0C, sendo pouco afetado pelo aumento da temperatura;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>O geot\u00eaxtil Tipo 3 teve um comportamento semelhante ao Tipo 1, chegando a 38,6% de encolhimento na dire\u00e7\u00e3o longitudinal a 170\u00b0C;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>O geot\u00eaxtil Tipo 4 apresentou menor contra\u00e7\u00e3o que os outros geot\u00eaxtis de polipropileno, chegando a 13% para a temperatura de 170\u00b0C na dire\u00e7\u00e3o longitudinal. As medidas para as temperaturas entre 110\u00b0C e 150\u00b0C indicam uma maior contra\u00e7\u00e3o na dire\u00e7\u00e3o transversal;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>O geot\u00eaxtil Tipo 5 apresentou baixa contra\u00e7\u00e3o a todas as temperaturas (valores menores de 1,8% a 170\u00b0C).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Os resulta observa permitem concluir que os geot\u00eaxtis em polipropileno podem apresentar altas contra\u00e7\u00f5es para temperaturas acima de 135\u00b0C e que o processo de termo fixa\u00e7\u00e3o reduz a contra\u00e7\u00e3o geot\u00eaxtis.<\/p>\n\n\n\n<h3>Reten\u00e7\u00e3o de asfalto<\/h3>\n\n\n\n<p>O ensaio de reten\u00e7\u00e3o de asfalto foi realizado baseado no procedimento colocado por Koerner (1998). Este ensaio consiste em imergir um corpo de prova de geot\u00eaxtil (20x20cm), previamente pesado, em um recipiente com cimento asfalto de petr\u00f3leo (CAP-7) a 0\u00b0C durante 1 minuto, para garantir uma absor\u00e7\u00e3o completa. Ap\u00f3s esta etapa, deve-se retirar os corpos de prova do recipiente e deix\u00e1-los esfriar a temperatura ambiente. Quando a amostra estiver \u201ccurada\u201d, ou seja, a temperatura ambiente, deve-se retirar o excesso de CAP. Para a retirada do excesso, os corpos de prova foram totalmente envolver por um material absorvente e rola sobre uma chapa a 0\u00b0C com um rolo previamente aquecido. Ap\u00f3s a retirada de todo o excesso de CAP, efetua-se uma nova pesagem das amostras, determinado assim a taxa de asfalto retida no geot\u00eaxtil. O objetivo deste ensaio \u00e9 determinar a taxa de asfalto retida no geot\u00eaxtil, a fim de se utilizar a equa\u00e7\u00e3o de Button et al. (1982, citado por Koerner, 1998), onde a taxa de asfalto retida \u00e9 nomeada como \u00edndice de satura\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil. O ensaio foi realizado com os cinco tipos de geot\u00eaxtil.<\/p>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s resulta ensaios de reten\u00e7\u00e3o de asfalto, nota-se que as recomenda\u00e7\u00f5es fabricantes s\u00e3o insuficientes no que tange a taxa de aplica\u00e7\u00e3o de ligante. Os fabricantes recomendam uma taxa de 1,1 l\/m\u00b2 a 1,3 l\/m\u00b2 para a aplica\u00e7\u00e3o geot\u00eaxtis Tipo 1, 2 e 3, sendo que nesses casos s\u00f3 o geot\u00eaxtil ir\u00e1 absorver em torno de 1,1 l\/m\u00b2, tornando a taxa insuficiente para que o geot\u00eaxtil atue como barreira de umidade, conforme a equa\u00e7\u00e3o proposta por Koerner (1998).<\/p>\n\n\n\n<p>Tabela 3 Resulta de ensaios de reten\u00e7\u00e3o de asfalto.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"422\" height=\"402\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1470.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5152\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1470.png 422w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1470-300x286.png 300w\" sizes=\"(max-width: 422px) 100vw, 422px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h3>Resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o faixa larga<\/h3>\n\n\n\n<p>Com o objetivo de melhor compreender o comportamento do geot\u00eaxtil sob tra\u00e7\u00e3o, foram realizar ensaios de tra\u00e7\u00e3o de faixa larga at\u00e9 a ruptura com as 5 amostras de geot\u00eaxtil:<\/p>\n\n\n\n<ol type=\"a\"><li>sem o uso de ligante, com o objetivo de caracterizar o material;<\/li><li>com diferentes tipos de ligantes (Asfalto dilu\u00eddo CM-30, Emuls\u00e3o Asf\u00e1ltica RR-1C e Cimento Asfalto de<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Petr\u00f3leo CAP-7);<\/p>\n\n\n\n<ul><li>e diferentes taxas de impregna\u00e7\u00e3o.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Os ensaios foram realizar com base na NBR 824 (1993), com uma velocidade de carregamento de 20 mm\/min.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"490\" height=\"399\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1472.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5154\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1472.png 490w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1472-300x244.png 300w\" sizes=\"(max-width: 490px) 100vw, 490px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Para a impregna\u00e7\u00e3o do material, foi utilizado uma bandeja e um rolo met\u00e1lico para simular a rolagem de campo. O CAP-7 foi aquecido a aproximadamente 0\u00b0C durante 3 horas, e a emuls\u00e3o asf\u00e1ltica e o asfalto dilu\u00eddo foram aplicar \u00e0 temperatura ambiente.<\/p>\n\n\n\n<p>p\u00f3s o c\u00e1lculo da taxa de ligante para cada corpo de prova, estes foram impregnar e compacta com o rolo met\u00e1lico, com o objetivo de se obter uma impregna\u00e7\u00e3o homog\u00eanea. Os corpos de prova impregnam com CAP- 7 n\u00e3o necessitaram cura, j\u00e1 os de emuls\u00e3o asf\u00e1ltica obtiveram a cura em torno de 20 minutos ap\u00f3s a sua aplica\u00e7\u00e3o, j\u00e1 os corpos de prova com asfalto dilu\u00eddo demoraram em m\u00e9dia 3-4 dias para obter a cura completa. Em alguns casos o asfalto dilu\u00eddo n\u00e3o conseguiu romper totalmente.<\/p>\n\n\n\n<p>A Figura 5 ilustra o procedimento de impregna\u00e7\u00e3o corpos de prova de geot\u00eaxtil.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"296\" height=\"226\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1473.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5155\"\/><figcaption>Figura 5 Procedimento para impregna\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h3>Resulta obtidos<\/h3>\n\n\n\n<p>A seguir, nas Figuras 6, 7 e 8, s\u00e3o apresenta gr\u00e1ficos da obtido em an\u00e1lises de resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o, alongamento e rigidez das amostras de geot\u00eaxtis.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large is-resized\"><img loading=\"lazy\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1474.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5156\" width=\"535\" height=\"283\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1474.png 535w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1474-300x159.png 300w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1474-320x170.png 320w\" sizes=\"(max-width: 535px) 100vw, 535px\" \/><figcaption>igura 6 An\u00e1lise resulta de resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"562\" height=\"302\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1476.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5158\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1476.png 562w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1476-300x161.png 300w\" sizes=\"(max-width: 562px) 100vw, 562px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"531\" height=\"285\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1478.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5160\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1478.png 531w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1478-300x161.png 300w\" sizes=\"(max-width: 531px) 100vw, 531px\" \/><figcaption>Figura 8 An\u00e1lise resulta de rigidez secante a 5% de deforma\u00e7\u00e3o.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s da an\u00e1lise das Figuras 6, 7 e 8, conclui- se:<\/p>\n\n\n\n<p>Quanto ao uso de Emuls\u00e3o Asf\u00e1ltica:<\/p>\n\n\n\n<ol type=\"a\"><li>a impregna\u00e7\u00e3o com taxa insuficiente tende a aumentar os valores de resist\u00eancia a tra\u00e7\u00e3o, alongamento e rigidez secante a 5% de deforma\u00e7\u00e3o;<\/li><li>os geot\u00eaxtis 100% polipropileno apresentam resist\u00eancia a tra\u00e7\u00e3o a taxas insuficientes superior ao observado para o caso de impregna\u00e7\u00e3o ideal, enquanto os contendo poli\u00e9ster em porcentagem majorit\u00e1ria pouco foram afetar pela quantidade de ligante;<\/li><li>a impregna\u00e7\u00e3o insuficiente pouco alterou o alongamento na ruptura, mas aumentou consideravelmente este alongamento no caso ideal para os geot\u00eaxtis n\u00e3o termofixo (apenas agulha);<\/li><li>a impregna\u00e7\u00e3o aumentou a rigidez a 5% de deforma\u00e7\u00e3o, observando-se um maior aumento relativo para o geot\u00eaxtil tipo 2 (poli\u00e9ster).<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Quanto ao uso de Asfalto Dilu\u00eddo:<\/p>\n\n\n\n<ol type=\"a\"><li>a impregna\u00e7\u00e3o praticamente n\u00e3o alterou a resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o da taxa ideal no geot\u00eaxtil tipo 2;<\/li><li>um maior alongamento na ruptura \u00e9 observado para os geot\u00eaxtis tipos 2 e 3;<\/li><li>houve uma redu\u00e7\u00e3o consider\u00e1vel da rigidez secante a 5% de deforma\u00e7\u00e3o \u00e0 exce\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil tipo 5.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<p>Quanto ao uso de CAP-7:<\/p>\n\n\n\n<ol type=\"a\"><li>a impregna\u00e7\u00e3o pouco alterou a resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o, mas aumentou o alongamento na ruptura, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil tipo 5 que apresentou aumento de resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o e praticamente o mesmo alongamento na ruptura quando impregnado \u00e0 taxa ideal;<\/li><li>a rigidez secante a 5% de deforma\u00e7\u00e3o praticamente dobrou para o geot\u00eaxtil tipo 2, mantendo-se ligeiramente superior \u00e0 do corpo de prova sem impregna\u00e7\u00e3o para as taxas ideais nos geot\u00eaxtis tipos 3 e 5.<\/li><li>\u00c0 exce\u00e7\u00e3o da impregna\u00e7\u00e3o com asfalto dilu\u00eddo, a impregna\u00e7\u00e3o tende a aumentar a rigidez secante a 5% de deforma\u00e7\u00e3o, o alongamento na ruptura e a resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<h3>Permeabilidade<\/h3>\n\n\n\n<p>Foram realiza ensaios de permeabilidade normal ao plano sem confinamento em corpos de prova com 3 diferentes impregna\u00e7\u00f5es e dois tipos de ligantes (CAP-7 e Emuls\u00e3o Asf\u00e1ltica), com o objetivo de se analisar o comportamento geot\u00eaxtis perante diferentes taxas e tipos de ligantes, tendo sido utilizado o m\u00e9todo da carga hidr\u00e1ulica constante, baseado na ISSO 11058 (1999) (projeto de norma NBR 02:153.19-008 2000, enviado para consulta p\u00fablica).<\/p>\n\n\n\n<p>A prepara\u00e7\u00e3o corpos de prova seguiu as orienta\u00e7\u00f5es da NBR 593 (1992). Cortaram-se cinco corpos de prova circulares com 7 cm de di\u00e2metro (dimens\u00f5es necess\u00e1rias ao equipamento utilizado). Para este ensaio, foram analisar tr\u00eas tipos de geot\u00eaxtis e tr\u00eas taxas de ligante com emuls\u00e3o asf\u00e1ltica e dois tipos de geot\u00eaxtis com tr\u00eas taxas de ligante com CAP-7.<\/p>\n\n\n\n<p>Os resulta ensaios de permeabilidade com os corpos de prova impregna com emuls\u00e3o asf\u00e1ltica e CAP-7 est\u00e3o ilustra nas Figuras 9, 10 e 11.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"570\" height=\"283\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1479.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5162\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1479.png 570w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1479-300x149.png 300w\" sizes=\"(max-width: 570px) 100vw, 570px\" \/><figcaption>Figura 9 An\u00e1lise resulta de ensaios de permeabilidade com o geot\u00eaxtil Tipo 1 impregnado com emuls\u00e3o asf\u00e1ltica.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"433\" height=\"284\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1480.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5163\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1480.png 433w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1480-300x197.png 300w\" sizes=\"(max-width: 433px) 100vw, 433px\" \/><figcaption>Figura 10 An\u00e1lise resulta de ensaios de permeabilidade com o geot\u00eaxtil Tipo 2 impregnado com emuls\u00e3o asf\u00e1ltica.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"555\" height=\"300\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1481.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-5164\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1481.png 555w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1481-300x162.png 300w\" sizes=\"(max-width: 555px) 100vw, 555px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Figura 11 An\u00e1lise resulta de ensaios de permeabilidade com o geot\u00eaxtil Tipo 5 impregnado com emuls\u00e3o asf\u00e1ltica.<\/p>\n\n\n\n<p>Atrav\u00e9s ensaios de permeabilidade, nota-se uma grande diminui\u00e7\u00e3o da permissividade quando se aumenta a taxa de ligante aplicada.<\/p>\n\n\n\n<p>Os corpos de prova impregnam com CAP-7 tiveram um desempenho melhor frente aos impregna com emuls\u00e3o asf\u00e1ltica. A permissividade depende diretamente da espessura e da dimens\u00e3o poros do geot\u00eaxtil. Poder-se-ia esperar uma maior permissividade do geot\u00eaxtil tipo 5 por ele ter uma menor espessura, mas a termo fixa\u00e7\u00e3o reduz a dimens\u00e3o poros. Este fato associado provavelmente a uma impregna\u00e7\u00e3o invertida mais eficiente pode fazer com que ele apresente permissividades menores. Vale salientar que tanto com Emuls\u00e3o Asf\u00e1ltica quanto com CAP-7 a permissividade variou pouco para taxas superiores a 77% e 87%, respectivamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Os ensaios de permeabilidade objetivaram demonstrar que a aplica\u00e7\u00e3o de taxas de ligante abaixo do recomendado podem n\u00e3o dar uma baixa permeabilidade ao pavimento. J\u00e1 nos casos em que se obt\u00e9m uma taxa ideal de aplica\u00e7\u00e3o de ligante e a utiliza\u00e7\u00e3o de CAP-7, a camada intermedi\u00e1ria vai conferir uma baixa permeabilidade ao sistema geot\u00eaxtil-asfalto, e mesmo ap\u00f3s o trincamento, a \u00e1gua proveniente da superf\u00edcie n\u00e3o ir\u00e1 atingir as camadas de base.<\/p>\n\n\n\n<p>A menor permeabilidade obtida ficou em torno de 10<sup>-6 <\/sup>m\/s para os corpos de prova impregna com Emuls\u00e3o Asf\u00e1ltica e em torno de 10<sup>-7 <\/sup>m\/s para os corpos de prova impregna com CAP-7, valores este relaciona a baixas permeabilidades.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autor: Departamento T\u00e9cnico &#8211; Atividade Bidim DADOS GERAIS Tema Resumo de Disserta\u00e7\u00e3o de Mestrado, Instituto Tecnol\u00f3gico de Aeron\u00e1utica ITA. T\u00edtulo Fatores de influ\u00eancia no comportamento de camadas Antirreflex\u00e3o de trincas com geossint\u00e9ticos. Autor Fernando Wickert. Orientadora Prof.\u00aa. Delma Vidal. Resumo O trabalho tem a finalidade de discutir o comportamento do geot\u00eaxtil impregnado com asfalto utilizado [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[66],"tags":[58],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5144"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=5144"}],"version-history":[{"count":4,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5144\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":5165,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/5144\/revisions\/5165"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=5144"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=5144"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=5144"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}