{"id":4838,"date":"2021-07-20T12:46:34","date_gmt":"2021-07-20T15:46:34","guid":{"rendered":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/?p=4838"},"modified":"2021-07-20T12:51:49","modified_gmt":"2021-07-20T15:51:49","slug":"reforco-de-aterro-sobre-solo-mole-com-geossinteticos-comportamento-ao-longo-do-tempo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/reforco-de-aterro-sobre-solo-mole-com-geossinteticos-comportamento-ao-longo-do-tempo\/","title":{"rendered":"REFOR\u00c7O DE ATERRO SOBRE SOLO MOLE COM GEOSSINT\u00c9TICOS: COMPORTAMENTO AO LONGO DO TEMPO"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Autor:<\/span><\/strong> Departamento T\u00e9cnico &#8211; Atividade Bidim<\/p>\n\n\n\n<h3><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">DADOS GERAIS<\/span><\/h3>\n\n\n\n<p>Assunto<\/p>\n\n\n\n<p>Refor\u00e7o de aterro sobre solo mole com geossint\u00e9ticos: Comportamento ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>Autor<\/p>\n\n\n\n<p>Sofia J\u00falia Alves Macedo&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Orientador<\/p>\n\n\n\n<p>Mauricio Abramento<\/p>\n\n\n\n<p>Institui\u00e7\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Escola Polit\u00e9cnica da USP<\/p>\n\n\n\n<h2>Resumo<\/h2>\n\n\n\n<p>Este trabalho apresenta um estudo de estabilidade de aterros sobre solos moles refor\u00e7a com geossint\u00e9ticos considerando o efeito simult\u00e2neo do incremento de resist\u00eancia ao cisalhamento n\u00e3o-drenada no solo mole devido ao adensamento e a redu\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia do refor\u00e7o devido \u00e0 flu\u00eancia, objetivando um dimensionamento otimizado. A pesquisa focou a evolu\u00e7\u00e3o do fator de seguran\u00e7a global (devido \u00e0 ruptura global do aterro) com o tempo, analisando alturas de aterros e valores de coeficientes de adensamento usuais, para uma dada distribui\u00e7\u00e3o de resist\u00eancia n\u00e3o-drenada com a profundidade. Refor\u00e7os de poliolefinas (PO) e poli\u00e9ster (PET) foram considerar nas an\u00e1lises, atrav\u00e9s de Fatores de Redu\u00e7\u00e3o (FR) estima a partir de curvas de resist\u00eancia dispon\u00edvel (% T<sub>max<\/sub>). Os resulta mostram que, para as condi\u00e7\u00f5es analisadas, o refor\u00e7o na base do aterro \u00e9 necess\u00e1rio durante toda a vida \u00fatil da obra para que se satisfa\u00e7a o valor m\u00ednimo de fator de seguran\u00e7a global. Dependendo do tipo de pol\u00edmero, da altura do aterro e do coeficiente de adensamento, a condi\u00e7\u00e3o cr\u00edtica pode ocorrer em diferentes per\u00edo segui ao final da constru\u00e7\u00e3o. Em particular, para uma combina\u00e7\u00e3o de refor\u00e7o de poliolefina, aterros altos e baixos valores de coeficiente de adensamento, o fator de seguran\u00e7a pode sofrer um decr\u00e9scimo para longos per\u00edo segui ao final da constru\u00e7\u00e3o, demonstrando a necessidade de an\u00e1lise do comportamento de tais estruturas durante suas vidas \u00fateis para que sempre se garanta um adequado n\u00edvel seguran\u00e7a e economia quando de seus dimensionamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Ano da Defesa<\/p>\n\n\n\n<p>2003<\/p>\n\n\n\n<h2>Resumo Conceitual da Disserta\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<ol type=\"1\"><li>Refor\u00e7os geossint\u00e9ticos s\u00e3o emprega com freq\u00fc\u00eancia na solu\u00e7\u00e3o da estabilidade de aterros sobre solos moles. Algumas obras s\u00e3o ilustradas nos e-Bidim# 71, 86, 87, 88, 110.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<ul><li>H\u00e1 duas categorias principais de refor\u00e7os geossint\u00e9ticos: aqueles fabrica com Poli\u00e9ster (PET), que \u00e9 o caso do geot\u00eaxtil Bidim, e aqueles fabrica com Poliolefinas (PO), (Polipropileno (PP) ou Polietileno de Alta Densidade (PEAD)).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>To os pol\u00edmeros apresentam a peculiaridade da flu\u00eancia, que \u00e9 a redu\u00e7\u00e3o da resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel com o tempo. Entretanto, PP\/PEAD mostram uma redu\u00e7\u00e3o mais dr\u00e1stica quando comparadas com o PET.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"887\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem2-27-1024x887.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4841\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem2-27-1024x887.png 1024w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem2-27-300x260.png 300w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem2-27-768x665.png 768w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem2-27.png 1101w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>A explica\u00e7\u00e3o para este fen\u00f4meno est\u00e1 na cadeia polim\u00e9rica materiais. As regi\u00f5es cristalinas (cadeias alinhadas) s\u00e3o as respons\u00e1veis pela flu\u00eancia. Quanto mais cristalino e menos amorfo, mais suscept\u00edvel \u00e0 flu\u00eancia \u00e9 o pol\u00edmero. O PET tem uma baixa porcentagem de regi\u00f5es cristalinas e, portanto, \u00e9 menos suscept\u00edvel \u00e0 flu\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"297\" height=\"216\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem2w.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4842\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem2w.png 297w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem2w-150x110.png 150w\" sizes=\"(max-width: 297px) 100vw, 297px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Aterros executa sobre solos moles resultam num aumento de carga ao longo da profundidade do solo mole, o que leva ao fen\u00f4meno do adensamento (diminui\u00e7\u00e3o progressiva do \u00edndice de vazios do solo). Este fen\u00f4meno provoca um aumento da resist\u00eancia do solo mole (S<sub>u<\/sub>) com o tempo. Na figura abaixo s\u00e3o mostradas simultaneamente as curvas de flu\u00eancia (T<sub>d<\/sub>) e de aumento de S<sub>u<\/sub> com o tempo (FC = Final da Constru\u00e7\u00e3o e LP = Longo Prazo ou Opera\u00e7\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"170\" height=\"176\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-1250.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4844\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Figura 3 Curvas Flu\u00eancia (T<sub>d<\/sub>) x tempo e Resist\u00eancia n\u00e3o-drenada do solo (S<sub>u<\/sub>) x tempo.<\/p>\n\n\n\n<ol type=\"1\"><li>Um argumento falaz se resume no seguinte: como a resist\u00eancia do solo mole S<sub>u<\/sub> aumenta com o tempo, basta que o refor\u00e7o instalado resista nos instantes iniciais do aterro. Assim, n\u00e3o importa o pol\u00edmero, bastando que se disponha de resist\u00eancia no per\u00edodo logo ap\u00f3s o FC. A Figura 4, entretanto, mostra que o refor\u00e7o pode ou n\u00e3o ser necess\u00e1rio durante toda a vida \u00fatil da obra.<\/li><\/ol>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img src=\"blob:https:\/\/diprotecgeo.com.br\/3607cbab-ec54-4ceb-b7ed-d3e4ee4c8b7b\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<p>Para estudar este comportamento foi considerada a configura\u00e7\u00e3o da Figura 5. O solo mole na base do aterro foi dividido em fatias (regi\u00f5es) e o aumento de resist\u00eancia devido ao aterro foi calculado com base na formula\u00e7\u00e3o apresentada no artigo anexo:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"716\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem4-12-1024x716.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4846\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem4-12-1024x716.png 1024w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem4-12-300x210.png 300w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem4-12-768x537.png 768w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem4-12.png 1442w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Figura 5 Par\u00e2metros utiliza no estudo de comportamento do aterro sobre solo mole, incluindo elemento de refor\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<ol type=\"1\"><li>Resulta: A Figura 6 mostra um resultado t\u00edpico para uma altura de aterro H=6m e outras propriedades indicadas. Neste caso o refor\u00e7o \u00e9 sempre necess\u00e1rio, seja no curto ou no longo prazo. Impondo-se FS=1,2 no t\u00e9rmino da constru\u00e7\u00e3o e FS=1,5 no longo prazo, conclui-se que os refor\u00e7os de PET atendem aos valores de FS para as duas situa\u00e7\u00f5es (curva lil\u00e1s), enquanto refor\u00e7os de PP\/PEAD n\u00e3o atendem aos valores de FS para o m\u00e9dio e longo prazo (curva azul).<\/li><li><\/li><\/ol>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"432\" height=\"273\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem1-11.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-4847\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem1-11.jpg 432w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem1-11-300x190.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 432px) 100vw, 432px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>Figura 6 Avalia\u00e7\u00e3o do comportamento de refor\u00e7os para curto, m\u00e9dio e longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<ol type=\"1\"><li>Resulta-continua\u00e7\u00e3o: Para algumas combina\u00e7\u00f5es de par\u00e2metros, como alturas de aterro elevadas (por exemplo, H=10m na figura abaixo) e valores de C<sub>v<\/sub> (coeficientes de adensamento) reduzi, os valores de FS para refor\u00e7os de PP\/PEAD podem ser inferiores \u00e0 unidade ao longo do tempo, mostrando possibilidade de ruptura do aterro ap\u00f3s o t\u00e9rmino da constru\u00e7\u00e3o (curva verde no gr\u00e1fico da Figura 7)<\/li><\/ol>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"599\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem6-4-1024x599.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-4849\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem6-4-1024x599.png 1024w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem6-4-300x175.png 300w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem6-4-768x449.png 768w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem6-4.png 1337w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Figura 7 Valores de FS para diferentes C<sub>v<\/sub>, com e sem a utiliza\u00e7\u00e3o do elemento de refor\u00e7o.<\/p>\n\n\n\n<h2>Conclus\u00f5es<\/h2>\n\n\n\n<ul><li>A estabilidade de um aterro refor\u00e7ado na base sobre solo mole deve ser analisada ao longo de toda a vida \u00fatil da obra, de modo a atender a n\u00edveis de seguran\u00e7a adequa ao t\u00e9rmino da constru\u00e7\u00e3o, \u00e0 fase de opera\u00e7\u00e3o e ao fim da vida \u00fatil;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>Um aterro sobre solo mole pode requerer um refor\u00e7o na base para as condi\u00e7\u00f5es de t\u00e9rmino de constru\u00e7\u00e3o, m\u00e9dio e longo prazos, mesmo considerando que o solo mole atinge elevado grau de adensamento;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>Se um refor\u00e7o satisfaz o n\u00edvel de seguran\u00e7a requerido para t\u00e9rmino de constru\u00e7\u00e3o (curto prazo) n\u00e3o implica que na condi\u00e7\u00e3o de longo prazo tamb\u00e9m seja atingido. Isto depende das propriedades do pol\u00edmero do refor\u00e7o, conforme apresentado neste trabalho;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>Embora a execu\u00e7\u00e3o de aterros de maiores alturas resulte valores de resist\u00eancia n\u00e3o drenada maiores ap\u00f3s o processo de adensamento, os esfor\u00e7os necess\u00e1rios no refor\u00e7o para o curto prazo atingem valores muito eleva para que se obtenha FS=1,2 no t\u00e9rmino de constru\u00e7\u00e3o. Para alturas maiores de aterro e principalmente para os refor\u00e7os de poliolefinas, os fatores de seguran\u00e7a atingem valores reduzi, pr\u00f3ximos ao limite da estabilidade (isto \u00e9, FS=1,0) para maiores intervalos de tempo decorri ap\u00f3s o final da constru\u00e7\u00e3o;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>Para os refor\u00e7os de poliolefinas, quanto maior a altura do aterro e menor o coeficiente de adensamento do solo mole, mais cr\u00edtica a condi\u00e7\u00e3o de estabilidade.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autor: Departamento T\u00e9cnico &#8211; Atividade Bidim DADOS GERAIS Assunto Refor\u00e7o de aterro sobre solo mole com geossint\u00e9ticos: Comportamento ao longo do tempo. Autor Sofia J\u00falia Alves Macedo&nbsp; Orientador Mauricio Abramento Institui\u00e7\u00e3o Escola Polit\u00e9cnica da USP Resumo Este trabalho apresenta um estudo de estabilidade de aterros sobre solos moles refor\u00e7a com geossint\u00e9ticos considerando o efeito simult\u00e2neo [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[54],"tags":[76],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4838"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4838"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4838\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4850,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4838\/revisions\/4850"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4838"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4838"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4838"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}