{"id":3386,"date":"2021-07-02T12:32:38","date_gmt":"2021-07-02T15:32:38","guid":{"rendered":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/?p=3386"},"modified":"2021-07-05T11:33:05","modified_gmt":"2021-07-05T14:33:05","slug":"aplicacao-do-geotextil-bidim-no-recapeamento-asfaltico-da-rodovia-pr-218-iguaracu-pr","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/aplicacao-do-geotextil-bidim-no-recapeamento-asfaltico-da-rodovia-pr-218-iguaracu-pr\/","title":{"rendered":"APLICA\u00c7\u00c3O DA MANTA GEOT\u00caXTIL BIDIM NO RECAPEAMENTO ASF\u00c1LTICO DA RODOVIA PR-218 IGUARA\u00c7U PR"},"content":{"rendered":"\n<p id=\"block-4ec88a36-52aa-4d23-8053-38fa6f341afc\" style=\"font-size:11px\"><strong><br><br><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Autor:<\/span><\/strong>&nbsp;Departamento T\u00e9cnico \u2013 Atividade Bidim<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-db192e87-bf45-4bfb-849a-c737e636970b\" style=\"font-size:11px\">Revisado JANEIRO 2011- Departamento T\u00e9cnico Mexichem Bidim Ltda.<\/p>\n\n\n\n<h4 id=\"block-c707efe6-2a27-48c9-8aff-861889989130\"><strong><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">RESUMO<\/span><\/strong><\/h4>\n\n\n\n<p>O presente trabalho refere-se \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim (n\u00e3otecido agulhado, 100% poli\u00e9ster, filamentos cont\u00ednuos) na restaura\u00e7\u00e3o do pavimento da Rodovia PR-218, localizada no munic\u00edpio de Igara\u00e7u no Paran\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<p>A aplica\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim na restaura\u00e7\u00e3o do pavimento tem como objetivo retardar a apari\u00e7\u00e3o das trincas na nova capa do rolamento, assim como formar uma membrana imperme\u00e1vel para o pavimento.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">DADOS DA OBRA<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Nome<\/p>\n\n\n\n<p>Recapeamento asf\u00e1ltico da Rodovia PR-218.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Local<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>A Rodovia PR-218 situa-se no trecho entre o entroncamento da Rodovia PR-317 e a cidade de Angulo no munic\u00edpio de Iguara\u00e7u no Paran\u00e1.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Contratante<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Departamento de Estradas e Rodagem PR<\/p>\n\n\n\n<p>4\u00ba Centro Regional (Maring\u00e1)<\/p>\n\n\n\n<p>Construtora<\/p>\n\n\n\n<p>Construtora Sanches Tripoloni Ltda.<\/p>\n\n\n\n<p>Conclus\u00e3o da Obra<\/p>\n\n\n\n<p>Setembro\/1996<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">DESCRI\u00c7\u00c3O DA OBRA<\/span><\/h4>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Principais caracter\u00edsticas<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>&#8211; \u00c1rea de aplica\u00e7\u00e3o: 450m de pista com caixa de 10 m numa \u00e1rea total de 4.500 m\u00b2 &#8211; Tipo de Geot\u00eaxtil utilizado: Bidim RT-10, quantidade aplicada de 4.515 m\u00b2.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Esquemas gr\u00e1ficos<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Figura 1 Mapa de localiza\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"218\" height=\"293\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem1-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3389\"\/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"974\" height=\"875\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem2-9.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3390\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem2-9.png 974w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem2-9-300x270.png 300w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/Imagem2-9-768x690.png 768w\" sizes=\"(max-width: 974px) 100vw, 974px\" \/><figcaption>Figura 2 Detalhe do pavimento.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">TRINCAMENTO DOS PAVIMENTOS<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Qualquer que seja o tipo de estrutura do pavimento, flex\u00edvel, r\u00edgida ou semirr\u00edgida, mesmo bem projetadas e bem constru\u00eddas, essas se degradam com o passar do tempo, seja pela a\u00e7\u00e3o do tempo, seja pela a\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fego ou pela a\u00e7\u00e3o de fatores clim\u00e1ticos, ou desses dois fatores conjuntamente.<\/p>\n\n\n\n<p>A principal demonstra\u00e7\u00e3o do n\u00edvel de degrada\u00e7\u00e3o estrutural pavimentos \u00e9 o n\u00edvel de trincamento (tipos e quantidades). O trincamento pode se associar a outros tipos de defeitos, sejam estruturais ou funcionais, levando os pavimentos a ru\u00edna ou a um n\u00edvel de serventia inadequado. Qualquer projeto ou medida de restaura\u00e7\u00e3o deve levar em considera\u00e7\u00e3o o trincamento.<\/p>\n\n\n\n<p>A seguir s\u00e3o discutidas as principais causas do trincamento de um pavimento.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Fadiga<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>O fen\u00f4meno da fadiga \u00e9 caracterizado de qualquer tipo de material quando sujeito a esfor\u00e7os din\u00e2micos, e \u00e9 caracterizado por levar a estrutura ao colapso, mesmo tendo sido submetido a tens\u00f5es inferiores \u00e0 de ruptura.<\/p>\n\n\n\n<p>A exist\u00eancia de fissuras no material vem acelerar ainda mais o fen\u00f4meno de fadiga. Devido ao tr\u00e1fego suportado pelo pavimento ao longo do tempo, a fadiga se traduz pelo aparecimento de trincas. Essas trincas de fadiga, pelo efeito din\u00e2mico da a\u00e7\u00e3o das cargas repetidas do tr\u00e1fego, t\u00eam in\u00edcio nas trilhas de roda, geralmente, na parte inferior da camada de revestimento betuminoso, e crescem de baixo para cima at\u00e9 atingir a superf\u00edcie do pavimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo estu, este fen\u00f4meno acontece desta forma para pavimentos com camadas betuminosas com espessuras em torno de 20 cm, o que \u00e9 o caso predominante no Brasil. Essas trincas de fadiga podem tamb\u00e9m aparecer em toda a estrutura do pavimento (sub-base, base e revestimento), dependendo do material com que \u00e9 constitu\u00eddo.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Retra\u00e7\u00e3o<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>A retra\u00e7\u00e3o impedida de uma camada de estrutura do pavimento de comprimento quase infinito se traduz por fissuras cada vez que o atrito de interface da camada com seu suporte \u00e9 suficiente para que se criem, dentro desta camada, tens\u00f5es superiores \u00e0 sua resist\u00eancia \u00e0 ruptura por tra\u00e7\u00e3o. A retra\u00e7\u00e3o pode ser pelo efeito da \u201cpega\u201d do ligante hidr\u00e1ulico (cimento) ou por efeito t\u00e9rmico (varia\u00e7\u00e3o do volume por efeito da varia\u00e7\u00e3o de temperatura: dia\/noite, inverno\/ver\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p>Como regra geral, a origem de trincamento por retra\u00e7\u00e3o \u00e9 t\u00edpica de camadas tratadas com ligantes hidr\u00e1ulicos<\/p>\n\n\n\n<p>(cimento), tais como: solo-cimento, concreto, concreto pobre rolado, brita graduada tratada com cimento etc., por\u00e9m, em climas muito rigorosos, este fen\u00f4meno pode produzir trincas tamb\u00e9m em misturas betuminosas, especialmente nas camadas de rolamento.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Movimentos de subleito de camadas estruturais<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Movimentos ou perda de capacidade de suporte do subleito e camadas estruturais (refor\u00e7o, sub-base e base) podem criar fissuras que se propagam pelas camadas sobrejacentes e de revestimento. Sua origem pode ser:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Perda da capacidade de suporte (perda da resist\u00eancia ao cisalhamento) pelo aumento da umidade em<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>solo\/pavimento na aus\u00eancia de um sistema de drenagem, ou inefici\u00eancia dele; &#8211; Adensamento lento do solo ou aterro mal compactado sob o efeito din\u00e2mico do tr\u00e1fego;<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Ruptura\/escorregamento do terreno, especialmente em se\u00e7\u00f5es mistas de corte-a terro;<\/li><li>Retra\u00e7\u00e3o hidr\u00e1ulica de solos argilosos pelo excesso de \u00e1gua, seja pela penetra\u00e7\u00e3o na superf\u00edcie do pavimento ou por len\u00e7ol fre\u00e1tico\/ascens\u00e3o capilar;<\/li><li>Inchamento do solo\/materiais por efeito de congelamento da \u00e1gua retida nas camadas de pavimento; &#8211; Solos muito resilientes.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Defeitos de execu\u00e7\u00e3o<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Erros de concep\u00e7\u00e3o ou execu\u00e7\u00e3o de uma ou mais camadas do pavimento podem provocar o aparecimento de trincas:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Varia\u00e7\u00e3o transversal de capacidade portanto. Este problema \u00e9 frequente quando h\u00e1 alargamento de rodovias antigas, ou ainda, execu\u00e7\u00e3o de terceiras faixas. Entre o pavimento antigo e o novo cria-se uma trinca longitudinal, especialmente quando neste local coincide a \u201ctrilha de roda\u201d.<\/li><li>Juntas de constru\u00e7\u00e3o. As uni\u00f5es longitudinais entre faixas, ou transversais com a retomada de servi\u00e7os, criam zonas fracas quando mal executadas e preparadas.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Esses defeitos s\u00e3o comumente a causa de fissuras\/trincas, e s\u00e3o mais caracter\u00edsticas em materiais hidr\u00e1ulicos (cimenta), embora possam ocorrer tamb\u00e9m em materiais betuminosos;<\/p>\n\n\n\n<ul><li>deslocamento entre camadas: quando a liga\u00e7\u00e3o entre a camada de rolamento e sua camada de apoio n\u00e3o \u00e9 boa, a camada de rolamento pode fissurar-se rapidamente sobre os efeitos do tr\u00e1fego, seja por falta de distribui\u00e7\u00e3o de tens\u00f5es ou por escorregamento;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">CONSEQU\u00caNCIAS DESFAVOR\u00c1VEIS DO TRINCAMENTO<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>O aparecimento das trincas na superf\u00edcie pavimentos n\u00e3o se constitui apenas em problema de aspecto visual ou est\u00e9tico, mas se constitui em fator mais importantes, pois suas conseq\u00fc\u00eancias s\u00e3o desfavor\u00e1veis para a manuten\u00e7\u00e3o e perenidade de sua vida \u00fatil e serventia, devido principalmente:<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Perda de estanqueidade<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>As trincas permitem que as \u00e1guas de chuva penetrem nas camadas estruturais e no subleito, provocando todas as conseq\u00fc\u00eancias nefastas j\u00e1 conhecidas:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>perda de capacidade de suporte.<\/li><li>bombeamento de finos.<\/li><li>aumento das deflex\u00f5es.<\/li><li>aumento da deformidade.<\/li><li>outras.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Concentra\u00e7\u00f5es de tens\u00f5es sobre o subleito<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>As descontinuidades criadas pelas trincas aumentam a deforma\u00e7\u00e3o e provocam a concentra\u00e7\u00e3o de tens\u00f5es provenientes de tr\u00e1fego sobre o subleito.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Aumento das tens\u00f5es e deforma\u00e7\u00f5es no pavimento<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>O aumento das deforma\u00e7\u00f5es nas bordas das placas criadas pelas trincas produz tens\u00f5es nas camadas estruturais que reduzir\u00e3o a durabilidade do subleito, sem falar na altera\u00e7\u00e3o total das distribui\u00e7\u00f5es dessas tens\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Degrada\u00e7\u00e3o da camada de rolamento na vizinha das trincas<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Pela movimenta\u00e7\u00e3o proveniente do tr\u00e1fego, o atrito gerado leva \u00e0 eros\u00e3o das bordas de revestimento e muitas vezes ao destacamento e arrancamento de agrega ou de pequenos blocos que levam ao aparecimento de grandes defeitos.<\/p>\n\n\n\n<p>As conseq\u00fc\u00eancias acima provenientes do trincamento, v\u00e3o se somando, levando o pavimento a ru\u00edna, desta forma, tudo deve ser feito para evit\u00e1-las ou minimizar seu crescimento e efeito.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">REFLEX\u00c3O DAS TRINCAS<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>O trincamento de um pavimento \u00e9 um fato normal, embora de conseq\u00fc\u00eancias por vezes desastrosas, por\u00e9m, o fen\u00f4meno de \u201cReflex\u00e3o de trincas\u201d, isto \u00e9, o recapeamento na superf\u00edcie da camada nova de restaura\u00e7\u00e3o do padr\u00e3o de trincamento na superf\u00edcie antiga, que pode ocorrer dentro de intervalos de tempo bastante curto ap\u00f3s a execu\u00e7\u00e3o de restaura\u00e7\u00e3o, vem complicar bastante a problem\u00e1tica da restaura\u00e7\u00e3o de pavimentos trinca.<\/p>\n\n\n\n<p>A reflex\u00e3o de trincas existentes para uma camada superior est\u00e1 ligada ao fato que, sobre o efeito das solicita\u00e7\u00f5es diversas (tr\u00e1fego, varia\u00e7\u00e3o de temperatura e varia\u00e7\u00f5es hidr\u00e1ulicas do solo), os bor. da trinca existente movimentam-se e transferem este movimento ou criam concentra\u00e7\u00f5es de tens\u00f5es dele provenientes na camada imediatamente superior, que por processo de fadiga inicia ali uma trinca que cresce rapidamente em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 superf\u00edcie em fun\u00e7\u00e3o da continuidade do fen\u00f4meno.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo da reflex\u00e3o de trincas exige o conhecimento adequado de como e qual a natureza da movimenta\u00e7\u00e3o das trincas, que basicamente podem ter origem em tr\u00eas tipos de solicita\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Tr\u00e1fego<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Os ve\u00edculos, notadamente os pesa, passam sobre o vizinho \u00e0 trinca, produzindo depress\u00f5es (deflex\u00f5es) da borda carregada. De maneira geral o tr\u00e1fego produzir\u00e1 movimentos verticais por das trincas.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Varia\u00e7\u00f5es de temperatura<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>As varia\u00e7\u00f5es de temperatura, noite\/dia e inverno\/ver\u00e3o, criam alongamentos e retra\u00e7\u00f5es de partes do pavimento compreendidas entre trincas ou juntas. Em certos casos, a exist\u00eancia de um gradiente t\u00e9rmico elevado dentro da camada trincada poder\u00e1 produzir um arqueamento desta camada (ou placa).<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Varia\u00e7\u00f5es hidr\u00e1ulicas do solo<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Que elas tenham sido ou n\u00e3o a origem das trincas, as varia\u00e7\u00f5es hidr\u00e1ulicas do solo\/camadas s\u00e3o suscet\u00edveis de criar movimentos de abertura e fechamento por dessas trincas.<\/p>\n\n\n\n<p>O mecanismo de reflex\u00e3o de trincas \u00e9 bastante complexo, no qual influem n\u00e3o s\u00f3 o tipo de solicita\u00e7\u00e3o sobre o pavimento trincado, mas tamb\u00e9m o tipo de estrutura que comp\u00f5e o pavimento, a natureza e a forma da trinca existente, a dist\u00e2ncia entre os por da trinca, espessura de camada, velocidade, amplitude etc.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as diversas teorias que tentam explicar o fen\u00f4meno de reflex\u00e3o de trincas, a \u201cMec\u00e2nica das Fraturas\u201d \u00e9 a que permite o tratamento mais correto. Esta se aplica aos s\u00f3i el\u00e1sticos, \u00e9 oriunda da metalurgia, e tem sido utilizada na an\u00e1lise de ensaios de fadiga de misturas asf\u00e1lticas e na compreens\u00e3o do surgimento e propaga\u00e7\u00e3o das trincas.<\/p>\n\n\n\n<p>Aplic\u00e1vel ao processo de trincamento tamb\u00e9m em pavimentos novos indica a exist\u00eancia de microfissuras distribu\u00eddas na massa de mistura betuminosa, que com a repeti\u00e7\u00e3o das solicita\u00e7\u00f5es t\u00e9rmicas ou de carga de tr\u00e1fego, crescem por fadiga. No caso de pavimentos j\u00e1 trinca, o fen\u00f4meno seria semelhante, com o agravante da maior dimens\u00e3o das trincas existentes, o que leva o fen\u00f4meno de \u201creflex\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso de pavimentos novos, a microfissura que apresenta maior probabilidade de crescer ao ponto de se tornar uma trinca vis\u00edvel \u00e9 aquela que se encontra na regi\u00e3o de solicita\u00e7\u00e3o m\u00e1xima ocorre imediatamente acima da trinca ou junta (local de deflex\u00e3o m\u00e1xima sobre a carga de roda), fazendo com que surja nesse ponto, uma trinca de reflex\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Quaisquer que sejam os agentes externos (tipos de solicita\u00e7\u00e3o) que promovem a reflex\u00e3o de trincas (tr\u00e1fego, varia\u00e7\u00f5es de temperatura ou varia\u00e7\u00f5es de umidade), ela seria o resultado de resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o insuficiente ou falta de ductibilidade do cimento asf\u00e1ltico para suportar as tens\u00f5es de tra\u00e7\u00e3o e cisalhamento induzidas. Esses podem ocorrer dentro de alguns meses, conforme o tipo de asfalto, intemperismo, grau de compacta\u00e7\u00e3o, grau de oxida\u00e7\u00e3o etc.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">APLICA\u00c7\u00c3O DO GEOT\u00caXTIL BIDIM<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Diversas s\u00e3o as tentativas para solucionar ou minimizar o complexo problema da reflex\u00e3o de trincas. As solu\u00e7\u00f5es s\u00e3o as mais diversas que v\u00e3o desde a simples ado\u00e7\u00e3o de grandes espessuras de restaura\u00e7\u00e3o at\u00e9 a interposi\u00e7\u00e3o de camadas intermedi\u00e1rias especiais, como \u00e9 caso de geot\u00eaxtil n\u00e3otecido impregnado com asfalto.<\/p>\n\n\n\n<p>O geot\u00eaxtil Bidim \u00e9 instalado devidamente impregnado com asfalto sobre o revestimento trincado e sob a nova capa de rolamento, com o objetivo de retardar a propaga\u00e7\u00e3o de trincas. Este fen\u00f4meno de retardamento da propaga\u00e7\u00e3o das trincas ocorre, pois, a estrutura geot\u00eaxtil + asfalto forma uma camada de descontinuidade visco el\u00e1stica que minimiza a intensidade das tens\u00f5es sobre a trinca existente no momento da solicita\u00e7\u00e3o da carga de roda, efeito t\u00e9rmico e efeito de movimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Este efeito de redu\u00e7\u00e3o de tens\u00f5es ocorre provavelmente pela dessolidariza\u00e7\u00e3o entre a camada trincada e a nova capa de rolamento, permitindo o livre movimento das bordas passando est\u00e1 a se propagar na horizontal, mediante um deslocamento localizado entre a capa de rolamento e o pavimento antigo em ambos os l\u00e1 da trinca, esse redirecionamento dissipa a energia diminuindo a intensidade das tens\u00f5es.<\/p>\n\n\n\n<p>Completamente ou como o objetivo principal, o conjunto geot\u00eaxtil Bidim + asfalto forma uma membrana com boas caracter\u00edsticas de estanqueidade, colaborando com o aumento da vida \u00fatil do pavimento evitando a entrada de \u00e1gua em sua estrutura, mesmo que, ap\u00f3s certo n\u00famero de solicita\u00e7\u00f5es venham a aparecer trincas de fadiga no revestimento.<\/p>\n\n\n\n<p>O sistema composto pelo geot\u00eaxtil Bidim devidamente impregnado com asfalto tem um comportamento r\u00edgido sob tens\u00f5es r\u00e1pidas produzidas pelo tr\u00e1fego, e quando sob tens\u00f5es lentas de origem t\u00e9rmica tem um comportamento d\u00factil.<\/p>\n\n\n\n<p>Como \u201ccamada Anti-Propaga\u00e7\u00e3o de trincas\u201d, o geot\u00eaxtil Bidim desempenha a fun\u00e7\u00e3o PROTE\u00c7\u00c3O, pois absorve as tens\u00f5es localizadas que poderiam danificar a nova capa de rolamento pelo efeito da reflex\u00e3o de trincas e aumentando de maneira geral a vida de fadiga desta mistura.<\/p>\n\n\n\n<p>O geot\u00eaxtil especificado foi o Bidim RT-10, devido \u00e0 avalia\u00e7\u00e3o esfor\u00e7os mec\u00e2nicos pertencentes \u00e0 obra.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">INSTALA\u00c7\u00c3O DO GEOT\u00caXTIL BIDIM<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Todo o procedimento de instala\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim foi feito conforme especifica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas engenheiros Atividade Bidim, conforme as etapas abaixo:<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">1\u00aa etapa Limpeza da pista<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>A limpeza foi feita atrav\u00e9s de varredura manual, garantindo assim uma superf\u00edcie limpa e apta a receber o geot\u00eaxtil Bidim.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">2\u00aa etapa Primeira aplica\u00e7\u00e3o da pintura de liga\u00e7\u00e3o<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>O primeiro banho, com emuls\u00e3o asf\u00e1ltica cati\u00f4nica do RR-1C, foi determinado de modo a garantir uma pel\u00edcula betuminosa, necess\u00e1ria para untar a superf\u00edcie do pavimento, promover condi\u00e7\u00f5es de semisatura\u00e7\u00e3o e ader\u00eancia da manta geot\u00eaxtil Bidim com o pavimento. Este banho foi feito atrav\u00e9s da carreta de um caminh\u00e3o espargidor (taxa de pintura de liga\u00e7\u00e3o de 1,2 l\/m\u00b2).<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">3\u00aa etapa Instala\u00e7\u00e3o da manta geot\u00eaxtil Bidim<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s a aplica\u00e7\u00e3o da pintura de liga\u00e7\u00e3o (primeiro banho) esperou-se aproximadamente 20 minutos para haver o rompimento e a cura da emuls\u00e3o asf\u00e1ltica. As mantas geot\u00eaxtis Bidim foram instaladas com o m\u00e1ximo de cuidado poss\u00edvel para evitar as rugas e um melhor alinhamento, sendo instaladas com emendas de topo. As eventuais rugas decorrentes da instala\u00e7\u00e3o foram retiradas fazendo-se um corte na parte sem contato com a pintura, retirada do excesso de manta e emenda do topo.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">4\u00aa etapa Rolagem do geot\u00eaxtil Bidim<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>A rolagem foi feita atrav\u00e9s de rolo pneum\u00e1tico provocando uma penetra\u00e7\u00e3o invertida do ligante betuminoso, impregnado totalmente os filamentos do geot\u00eaxtil Bidim e dando ader\u00eancia \u00e0 superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">5\u00aa etapa Segunda aplica\u00e7\u00e3o da pintura de liga\u00e7\u00e3o<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>No segundo banho de emuls\u00e3o asf\u00e1ltica foi utilizado o mesmo crit\u00e9rio t\u00e9cnico do primeiro banho. O que variou foi a taxa de pintura de liga\u00e7\u00e3o, de 0,8 l\/m\u00b2. Ap\u00f3s o rompimento e cura da emuls\u00e3o asf\u00e1ltica, a via estava totalmente pronta e adequada para receber as misturas betuminosas.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">6\u00aa etapa Salgamento da superf\u00edcie<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Para facilitar o movimento caminh\u00f5es com o asfalto e para preservar a manta de algum dano que venha a ocorrer pelas rodas mesmos, foi executado um salgamento de massa asf\u00e1ltica sobre o geot\u00eaxtil Bidim impregnado com a pintura de liga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>7\u00aa etapa Aplica\u00e7\u00e3o das camadas betuminosas.<\/p>\n\n\n\n<p>Foi realizada com vibro acabadora, e rolagem com rolo pneum\u00e1tico e rolo liso, a aplica\u00e7\u00e3o de uma camada de CBUQ na faixa C do DNER.<\/p>\n\n\n\n<h4>VANTAGENS NA UTILIZA\u00c7\u00c3O DO GEOT\u00caXTIL BIDIM<\/h4>\n\n\n\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim no recapeamento asf\u00e1ltico significa:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Aumento da vida \u00fatil do novo pavimento;<\/li><li>Sens\u00edvel redu\u00e7\u00e3o custos de manuten\u00e7\u00e3o;<\/li><li>Excelente rela\u00e7\u00e3o de custo x benef\u00edcio a m\u00e9dio e longo prazo; &#8211; Redu\u00e7\u00e3o da espessura de recapeamento para uma mesma vida \u00fatil; &#8211; Menos interrup\u00e7\u00f5es no tr\u00e1fego.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A melhor alternativa para a restaura\u00e7\u00e3o do pavimento asf\u00e1ltico foi com utiliza\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim, pois apresentou o melhor custo x benef\u00edcio e o melhor cronograma de execu\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"has-text-align-center\"><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">DOCUMENTA\u00c7\u00c3O FOTOGR\u00c1FICA<\/span><\/h4>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"463\" height=\"301\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-226.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3391\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-226.png 463w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-226-300x195.png 300w\" sizes=\"(max-width: 463px) 100vw, 463px\" \/><figcaption>Vista do trecho na Rodovia PR-218 antes do recapeamento.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"250\" height=\"302\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-228.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3393\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-228.png 250w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-228-248x300.png 248w\" sizes=\"(max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><figcaption>Detalhe do n\u00edvel de trincamento em que se encontra a Rodovia PR-218.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"464\" height=\"300\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-230.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3395\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-230.png 464w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-230-300x194.png 300w\" sizes=\"(max-width: 464px) 100vw, 464px\" \/><figcaption>Varredura manual da Rodovia PR-218.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"465\" height=\"302\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-232.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3397\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-232.png 465w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-232-300x195.png 300w\" sizes=\"(max-width: 465px) 100vw, 465px\" \/><figcaption>Confec\u00e7\u00e3o da 1\u00aa pintura de liga\u00e7\u00e3o.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"470\" height=\"304\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-234.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3399\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-234.png 470w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-234-300x194.png 300w\" sizes=\"(max-width: 470px) 100vw, 470px\" \/><figcaption>Desenrolar manual do geot\u00eaxtil Bidim RT-10 sobre a pintura de liga\u00e7\u00e3o.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"468\" height=\"302\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-236.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3401\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-236.png 468w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-236-300x194.png 300w\" sizes=\"(max-width: 468px) 100vw, 468px\" \/><figcaption>Detalhe do corte de uma<br>\u201cruga\u201d, ela \u00e9 cortada no meio e unida por emendar de<br>topo.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"474\" height=\"300\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-238.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3403\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-238.png 474w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-238-300x190.png 300w\" sizes=\"(max-width: 474px) 100vw, 474px\" \/><figcaption>Compacta\u00e7\u00e3o com rolo de pneus para que ocorra a<br>impregna\u00e7\u00e3o invertida.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"251\" height=\"302\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-239.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3404\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-239.png 251w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/07\/image-239-249x300.png 249w\" sizes=\"(max-width: 251px) 100vw, 251px\" \/><figcaption>Ap\u00f3s 1 ano, o trecho executado com geot\u00eaxtil Bidim continua integro.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autor:&nbsp;Departamento T\u00e9cnico \u2013 Atividade Bidim Revisado JANEIRO 2011- Departamento T\u00e9cnico Mexichem Bidim Ltda. RESUMO O presente trabalho refere-se \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim (n\u00e3otecido agulhado, 100% poli\u00e9ster, filamentos cont\u00ednuos) na restaura\u00e7\u00e3o do pavimento da Rodovia PR-218, localizada no munic\u00edpio de Igara\u00e7u no Paran\u00e1. 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