{"id":2195,"date":"2021-06-17T09:46:31","date_gmt":"2021-06-17T12:46:31","guid":{"rendered":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/?p=2195"},"modified":"2021-06-21T09:31:33","modified_gmt":"2021-06-21T12:31:33","slug":"2195-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/2195-2\/","title":{"rendered":"APLICA\u00c7\u00c3O DO GEOT\u00caXTIL BIDIM COMO CAMADA INIBIDORA DE PROPAGA\u00c7\u00c3O DE TRINCAS NO TRECHO EXPERIMENTAL DE RESTAURA\u00c7\u00c3O DO PAVIMENTO DA RODOVIA SP-310"},"content":{"rendered":"\n<p id=\"block-e8218be0-05cf-4d15-a4ca-81082185ab0c\" style=\"font-size:12px\"><strong><br>Autor:<\/strong>&nbsp;Departamento T\u00e9cnico \u2013 Atividade Bidim<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-0617ebb4-d288-4d42-90f1-5a40b97e58a6\" style=\"font-size:12px\">Revisado JANEIRO 2011- Departamento T\u00e9cnico Mexichem Bidim Ltda.\ufeff<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-0c31328f-d602-441f-9b7a-023e88a2c8d1\"><strong><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">RESUMO<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Este trabalho apresenta detalhes sobre a constru\u00e7\u00e3o do Trecho Experimental implantado na Rodovia SP-310  pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de\u00a0 Paulo\u00a0 DR11, relativo \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim como \u201cCamada Anti Propaga\u00e7\u00e3o de Trincas\u201d na restaura\u00e7\u00e3o de pavimento semirr\u00edgido. O trabalho tamb\u00e9m apresenta os requisitos para o sucesso do geot\u00eaxtil nesta aplica\u00e7\u00e3o e d\u00e1 \u00eanfase a qualidade da instala\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil com um fator \u201ccr\u00edtico\u201d para a obten\u00e7\u00e3o do desempenho esperado, apresentando uma \u201cMetodologia B\u00e1sica de Instala\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-c402eab3-3648-4b06-b856-9a930bb231eb\"><strong><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">O PROBLEMA<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-c6cd034d-6e55-4e81-aad6-fb2e18839f09\">Implementar um sistema de Camada Anti Propaga\u00e7\u00e3o de Trincas do Trecho Experimental implantado na Rodovia SP-310.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-64d055e1-f662-4a10-a39c-a0b9897fb900\"><strong><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">A SOLU\u00c7\u00c3O<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-dbee7bcc-8a88-4479-af92-2b90d83ec0ea\">Foi utilizado o geot\u00eaxtil Bidim como elemento principal no sistema de Camada Anti Propaga\u00e7\u00e3o de Trincas da obra.<\/p>\n\n\n\n<p id=\"block-1e24a5b8-4df1-4002-9f2a-53e1dcefc596\"><strong><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">DADOS DA OBRA<\/span><\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul id=\"block-4b600ac6-56e0-4e23-95b0-f711a80defbe\" class=\"has-normal-font-size\"><li><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\"><strong>DATA DE EXECU\u00c7\u00c3O:<\/strong>&nbsp;<\/span>06\/05\/93<\/li><li><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\"><strong>LOCALIZA\u00c7\u00c3O:<\/strong> <\/span>Rodovia SP-310, no trecho Ilha Solteira Pereira Barreto<\/li><li><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\"><strong>CLIENTE:<\/strong> <\/span>Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Paulo DR11<\/li><li><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\"><strong>TIPO DE OBRA:<\/strong> <\/span>Restaura\u00e7\u00e3o de rodovia<\/li><li><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\"><strong>FUN\u00c7\u00c3O DO GEOT\u00caXTIL BIDIM<\/strong>: <\/span>Elemento da Camada Anti Propaga\u00e7\u00e3o de Trincas<\/li><li><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\"><strong>QUANTIDADE UTILIZADA:<\/strong> <\/span>500 m Geot\u00eaxtil Bidim RT-10<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">REFLEX\u00c3O DE TRINCAS<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Qualquer que seja o tipo de estrutura do pavimento (flex\u00edvel, r\u00edgido ou semirr\u00edgido), mesmo bem projeta e bem constru\u00ed, eles se degradam ao longo do tempo, seja pela a\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fego ou pela a\u00e7\u00e3o de fatores clim\u00e1ticos, ou ainda pela a\u00e7\u00e3o conjunta desses dois fatores.<\/p>\n\n\n\n<p>A principal demonstra\u00e7\u00e3o da degrada\u00e7\u00e3o de um pavimento \u00e9 o seu n\u00edvel de trincamento, que podo se associar a outros defeitos estruturais e funcionais, e que determinar\u00e3o qual a solu\u00e7\u00e3o de restaura\u00e7\u00e3o a ser adotada para a recupera\u00e7\u00e3o de sua serventia.<\/p>\n\n\n\n<p>O trincamento das camadas estruturais e do revestimento de um pavimento provoca uma s\u00e9rie de consequ\u00eancias desfavor\u00e1veis para sua manuten\u00e7\u00e3o e perenidade, das quais podemos citar:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Perda da estanqueidade;<\/li><li>Perda da capacidade de suporte;<\/li><li>Concentra\u00e7\u00e3o de tens\u00f5es ao n\u00edvel do subleito;<\/li><li>Distribui\u00e7\u00e3o irregular\/aumento de tens\u00f5es nas camadas estruturais;<\/li><li>Degrada\u00e7\u00e3o\/eros\u00e3o da camada de rolamento na vizinhan\u00e7a da trinca;<\/li><li>Perda de finos por efeito de \u201cbombeamento\u201d; &#8211; Aumento das deflex\u00f5es.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>As consequ\u00eancias acima, oriundas do trincamento, v\u00e3o se somando, levando o pavimento \u00e0 ru\u00edna. Desta forma, tudo deve ser feito para evit\u00e1-las ou minimizar seus efeitos.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u201cfen\u00f4meno da reflex\u00e3o de trincas\u201d \u00e9 o reaparecimento na superf\u00edcie da camada de restaura\u00e7\u00e3o do mesmo padr\u00e3o de trincamento da superf\u00edcie antiga, provocado pelo movimento das bordas das trincas quando da a\u00e7\u00e3o do tr\u00e1fego\/varia\u00e7\u00f5es de umidade do solo\/varia\u00e7\u00f5es de temperatura. Este fen\u00f4meno pode ocorrer em intervalos de tempo curtos, e complicam muito a problem\u00e1tica da restaura\u00e7\u00e3o pavimentos com misturas betuminosas.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">APLICA\u00c7\u00c3O DO GEOT\u00caXTIL BIDIM<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Para retardar a \u201cpropaga\u00e7\u00e3o das trincas\u201d na restaura\u00e7\u00e3o pavimentos com misturas betuminosas, combatendo os efeitos nocivos da apari\u00e7\u00e3o das trincas e aumentando a vida \u00fatil do pavimento, o geot\u00eaxtil Bidim (n\u00e3otecido agulhado, 100% poli\u00e9ster, filamentos cont\u00ednuos) apresenta-se como umas das solu\u00e7\u00f5es mais vi\u00e1veis t\u00e9cnico-economicamente.<\/p>\n\n\n\n<p>Aplicado entre a nova capa de rolamento e a antiga, devidamente impregnado com asfalto, o geot\u00eaxtil Bidim forma camada de descontinuidade viscoel\u00e1stica, que absorve e dissipa as tens\u00f5es provocadas pelos movimentos das bordas das trincas, retardando o efeito da propaga\u00e7\u00e3o\/reflex\u00e3o das trincas.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta aplica\u00e7\u00e3o, o geot\u00eaxtil Bidim absorve as tens\u00f5es localizadas que poderiam danificar rapidamente a nova capa de rolamento.<\/p>\n\n\n\n<p>Por formar uma membrana imperme\u00e1vel, o geot\u00eaxtil Bidim impregnado com asfalto evita a penetra\u00e7\u00e3o de \u00e1gua na estrutura do pavimento, evitando seus efeitos nocivos, tais como perda de capacidade de suporte, bombeamento de finos etc.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">TRECHO EXPERIMENTAL RODOVIA SP-310<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Convivendo constantemente com problemas de reflex\u00e3o de trincas nas restaura\u00e7\u00f5es de pavimentos, o Eng.<\/p>\n\n\n\n<p>Ademilton de Matos, Diretor T\u00e9cnico da DR-11 (Ara\u00e7atuba) do Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Paulo, decidiu verificar o comportamento do geot\u00eaxtil Bidim como camada anti propaga\u00e7\u00e3o de trincas, por ocasi\u00e3o da restaura\u00e7\u00e3o do pavimento do trecho Ilha Solteira Pereira Barreto da Rodovia SP-310.<\/p>\n\n\n\n<p>Para o DER, o trecho mais cr\u00edtico da rodovia em termos de trincamento e que deveria apresentar problemas de reflex\u00e3o de trincas mais rapidamente localizava-se pr\u00f3ximo a cidade de Ilha Solteira entre as estacas 1480 (Km 651 + 616,80 m) e 1513 + 4,80m (Km 652 + 281,60m).<\/p>\n\n\n\n<p>Observa\u00e7\u00f5es conjuntas no local, efetuadas em setembro de 1991, confirmaram que o trecho apresentava muitas trincas, provenientes provavelmente de fadiga e de reflex\u00f5es da base de solo cimento, por\u00e9m n\u00e3o se verificavam problemas estruturais e deforma\u00e7\u00f5es (flexas) nas trilhas de roda.<\/p>\n\n\n\n<p>Embora bastante trincado, o pavimento apresentava boas condi\u00e7\u00f5es estruturais. Das duas faixas de tr\u00e1fego (3,60m), a que se apresentava mais trincada era a do sentido Ilha Solteira Pereira Barreto (faixa esquerda), com o trincamento concentrado nas trilhas de roda interna e externa. Na faixa menos trincada, sentindo Pereira Barreto Ilha Solteira, basicamente o trincamento era de reflex\u00e3o da base de solo cimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Decidiu-se ent\u00e3o implantar um Trecho Experimental que utiliza o geot\u00eaxtil Bidim numa extens\u00e3o de 500 m (nas duas faixas).<\/p>\n\n\n\n<p>Paraliza\u00e7\u00f5es na obra fizeram com que os trabalhos e a implanta\u00e7\u00e3o do Trecho Experimental viessem a ocorrer somente no m\u00eas de fevereiro de 1992 (06 e 07\/02\/92).<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Localiza\u00e7\u00e3o<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>O Trecho Experimental localiza-se na Rodovia SP-310, no trecho Ilha Solteira Pereira Barreto, conforme a Figura 1.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"343\" height=\"396\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2202\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem1.jpg 343w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem1-260x300.jpg 260w\" sizes=\"(max-width: 343px) 100vw, 343px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>O Trecho Experimental foi composto por tr\u00eas sub-trecho:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Sub-trecho com geot\u00eaxtil Bidim com 250 m de extens\u00e3o (T3) estaca 1480 a 1492 +10,00m;<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>Sub-trecho sem geot\u00eaxtil Bidim com 164,80 m de extens\u00e3o (T2) Testemunha, estaca 1492 + 10,00 a 1500 + 114,80m);<\/li><\/ul>\n\n\n\n<ul><li>Sub-trecho com geot\u00eaxtil Bidim com 250 m de extens\u00e3o (T1) estaca 1500 + 14,80 a 1513 + 4,80m).<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Os desenhos esquem\u00e1ticos das Figuras 2 e 3 apresentam a planta de disposi\u00e7\u00e3o e perfil longitudinal do trecho experimental.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"434\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem2-2-1024x434.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2204\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem2-2-1024x434.png 1024w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem2-2-300x127.png 300w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem2-2-768x326.png 768w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem2-2-1536x651.png 1536w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem2-2-2048x868.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"921\" height=\"271\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem3-2.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2205\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem3-2.png 921w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem3-2-300x88.png 300w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem3-2-768x226.png 768w\" sizes=\"(max-width: 921px) 100vw, 921px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"494\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem5-1-1024x494.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2207\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem5-1-1024x494.png 1024w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem5-1-300x145.png 300w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem5-1-768x370.png 768w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem5-1-1536x740.png 1536w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem5-1-2048x987.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Estrutura do pavimento<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>O pavimento por ocasi\u00e3o da restaura\u00e7\u00e3o efetuada em 1991\/1992 havia sido executado h\u00e1 aproximadamente 18 anos. No Trecho Experimental (T1, T2 e T3) foi aplicada uma camada de CBUQ com espessura de 5 cm (Figura 4).<\/p>\n\n\n\n<p>(sem escala)<\/p>\n\n\n\n<p>Figura 4 &#8211; Se\u00e7\u00e3o transversal tipo do pavimento do Trecho Experimental.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Volume di\u00e1rio m\u00e9dio<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Estat\u00edstica de Tr\u00e2nsito do DER-SP do Posto de Coleta n\u00ba 469 apresenta para a Rodovia SP-310 (Trecho Pereira Barreto Ilha Solteira) no ano de 1990 o seguinte VDM:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Km 624<\/li><li>Extens\u00e3o do trecho 39 km &#8211; Tipos ve\u00edculos:<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>Leves 1.177<\/p>\n\n\n\n<p>M\u00e9dios 203<\/p>\n\n\n\n<p>Pesa 264<\/p>\n\n\n\n<p>Semirreboque\/reboque 86<\/p>\n\n\n\n<p>\u00d4nibus 86<\/p>\n\n\n\n<p>Total (VDM) 1.816 ve\u00edculos\/dia<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">AVALIA\u00c7\u00c3O ESTRUTURAL DO PAVIMENTO ANTERIOR A RESTAURA\u00c7\u00c3O<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>As informa\u00e7\u00f5es abaixo apresentadas fazem parte do Projeto de Restaura\u00e7\u00e3o da Rodovia SP-310 elaborado pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de Paulo (CET-11 ST-11 DR11).<\/p>\n\n\n\n<p>Deflex\u00f5es corrigidas Viga Benkelman:<\/p>\n\n\n\n<p>Faixa da Esquerda = Sentido Ilha Solteira Pereira Barreto<\/p>\n\n\n\n<p>Faixa da Direita = Sentido Pereira Barreto Ilha Solteira<\/p>\n\n\n\n<p>TRI = Trilha de Roda Interna<\/p>\n\n\n\n<p>TRE = Trilha de Roda Externa<\/p>\n\n\n\n<p>Tabela 1 Deflex\u00f5es corrigidas (1\/100mm) obtidas com a viga Benkelman antes da restaura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Resumo das deflex\u00f5es caracter\u00edsticas m\u00e1ximas por faixa:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table><tbody><tr><td>Trecho em Km<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>Faixa da direita<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>&nbsp;<\/td><td>Faixa da esquerda<\/td><\/tr><tr><td>&nbsp;<\/td><td>DM<\/td><td>S<\/td><td>Dcd<\/td><td>DM<\/td><td>S<\/td><td>Dcd<\/td><\/tr><tr><td>650, 5-651<\/td><td>71,1<\/td><td>25,3<\/td><td>96,4<\/td><td>73,8<\/td><td>19,45<\/td><td>93,25<\/td><\/tr><tr><td>651-651,5<\/td><td>87,6<\/td><td>21,8<\/td><td>109,4<\/td><td>52,8<\/td><td>6,81<\/td><td>59,61<\/td><\/tr><tr><td>651,5-652<\/td><td>73,8<\/td><td>19,75<\/td><td>93,55<\/td><td>54,6<\/td><td>11,2<\/td><td>65,8<\/td><\/tr><tr><td>652-652,5<\/td><td>35,7<\/td><td>7,27<\/td><td>42,97<\/td><td>41,72<\/td><td>7,52<\/td><td>49,25<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<p>DM = Deflex\u00e3o m\u00e9dia<\/p>\n\n\n\n<p>S = Desvio Padr\u00e3o<\/p>\n\n\n\n<p>Dcd = Deflex\u00e3o caracter\u00edstica<\/p>\n\n\n\n<p>&nbsp;Tabela 2 Resumo das deflex\u00f5es caracter\u00edsticas m\u00e1ximas por faixa antes da restaura\u00e7\u00e3o (1\/100 mm).<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">AVALIA\u00c7\u00c3O ESTRUTURAL FINAL<\/span><\/h4>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Trecho do Km 651,5 ao Km 652<\/span><\/h4>\n\n\n\n<ul><li>Dadm 70;<\/li><li>Dp (faixa direita) 93, raio de curvatura 999 m; espessura de restaura\u00e7\u00e3o 6 cm;<\/li><li>Dp (faixa esquerda) 65, raio de curvatura 999 m; espessura de restaura\u00e7\u00e3o 5 cm;<\/li><li>Qualidade estrutural: regular;<\/li><li>Crit\u00e9rio de c\u00e1lculo: deflect\u00f4metro; &#8211; Medidas corretivas: refor\u00e7o.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4>Trecho do Km 652 ao Km 652,5<\/h4>\n\n\n\n<ul><li>Dadm 70;<\/li><li>Dp (faixa direita) 42, raio de curvatura 5, espessura de restaura\u00e7\u00e3o 5 cm;<\/li><li>Dp (faixa esquerda) 49, raio de curvatura 102 m; espessura de restaura\u00e7\u00e3o 5 cm;<\/li><li>Qualidade estrutural: boa;<\/li><li>Medidas corretivas: corre\u00e7\u00e3o de superf\u00edcie.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">7 REQUISITOS PARA O PERFEITO DESEMPENHO DO GEOT\u00caXTIL BIDIM<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Embora seja de uma maneira geral sempre ben\u00e9fico, em qualquer obra de restaura\u00e7\u00e3o de pavimentos, para se obter o melhor desempenho poss\u00edvel da aplica\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil, tr\u00eas itens devem ser considera conjuntamente:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Um projeto de restaura\u00e7\u00e3o de pavimento para a obra; &#8211; A escolha do geot\u00eaxtil adequado;<\/li><li>A correta instala\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim.<\/li><\/ul>\n\n\n\n<p>A experi\u00eancia e pr\u00e1tica mostram que os tr\u00eas itens acima apresentam nunca deveriam deixar de coexistir.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Projeto de restaura\u00e7\u00e3o do pavimento<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Qualquer obra de recapeamento deve ser precedida pela execu\u00e7\u00e3o de um correto \u201cProjeto de restaura\u00e7\u00e3o de pavimento\u201d que leve em considera\u00e7\u00e3o as caracter\u00edsticas estruturais (capacidade de suporte, fadiga&nbsp; materiais, m\u00f3dulos, deformabilidade\/deflectometria, resili\u00eancia, espessuras, vida \u00fatil residual, etc.) e funcionais (trincamento, deforma\u00e7\u00f5es permanentes, flexas nas trilhas de roda, irregularidades, exuda\u00e7\u00f5es, etc.) do pavimento existente, associando ainda as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas (pluviometria, temperaturas e eventual len\u00e7ol fre\u00e1tico) ao tr\u00e1fego esperado, e s\u00f3 a partir de an\u00e1lise conjunta preferencialmente feita com base na \u201cMec\u00e2nica&nbsp; Pavimentos\u201d \u00e9 que se determinam as solu\u00e7\u00f5es de restaura\u00e7\u00e3o a serem adotadas (tratamentos de superf\u00edcie, materiais a serem utiliza, espessuras de capa, etc.).<\/p>\n\n\n\n<p>Quando o geot\u00eaxtil \u00e9 incorporado como medida de restaura\u00e7\u00e3o para inibir a propaga\u00e7\u00e3o das trincas de reflex\u00e3o, aumentar a vida de fadiga das misturas betuminosas e impermeabilizar o pavimento no contexto do Projeto de Restaura\u00e7\u00e3o de Pavimento \u00e9 que teremos o maior benef\u00edcio esperado dele, embora este sempre seja positivo (quando tamb\u00e9m bem escolhido e instalado).<\/p>\n\n\n\n<p>A pr\u00f3pria incorpora\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil ao projeto pode e deve ser feito baseado em crit\u00e9rios aborda na mec\u00e2nica pavimentos, mec\u00e2nica da fratura, deflex\u00f5es admiss\u00edveis, vida de fadiga, fator de efetividade do geot\u00eaxtil, posi\u00e7\u00e3o em rela\u00e7\u00e3o a linha neutra etc.).<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Geot\u00eaxtil adequado<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>A correta especifica\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil n\u00e3o passa apenas pela descri\u00e7\u00e3o de suas caracter\u00edsticas\/propriedades f\u00edsicas (gramatura, cor etc.), e sim pela sele\u00e7\u00e3o das propriedades (e valores) requeridas para o perfeito desempenho da aplica\u00e7\u00e3o, para resistir aos esfor\u00e7os de instala\u00e7\u00e3o e garantir sua vida \u00fatil.<\/p>\n\n\n\n<p>Para a aplica\u00e7\u00e3o em quest\u00e3o, camada anti propaga\u00e7\u00e3o de trincas e aumento da vida \u00fatil de fadiga, as propriedades requeridas s\u00e3o: resist\u00eancia \u00e0 tra\u00e7\u00e3o\/alongamento, a propaga\u00e7\u00e3o do rasgo, flexibilidade, atrito de interface, resist\u00eancia a fadiga, isotropia, capacidade de absor\u00e7\u00e3o e reten\u00e7\u00e3o de asfalto, espessura adequada, porosidade e ponto de amolecimento da mat\u00e9ria prima superior \u00e0s temperaturas de trabalho das misturas betuminosas a quente.<\/p>\n\n\n\n<p>O geot\u00eaxtil Bidim, atende perfeitamente quanto \u00e0s propriedades requeridas, notadamente o geot\u00eaxtil Bidim RT- 10.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">INSTALA\u00c7\u00c3O DO GEOT\u00caXTIL BIDIM METODOLOGIA B\u00c1SICA<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Considerada pelos especialistas do mundo todo como cr\u00edtica de fadiga das misturas betuminosas nas obras de recapeamento, a instala\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil n\u00e3otecido \u00e9, no entanto, bastante simples e se enquadra perfeitamente na rotina e pr\u00e1tica servi\u00e7os normalmente executa neste tipo de obra.<\/p>\n\n\n\n<p>A metodologia b\u00e1sica preconizada pela Mexichem Bidim, que segue abaixo, apresenta conceitos e necessidades que deveriam ser considera mesmo em obras de restaura\u00e7\u00e3o sem a exist\u00eancia do geot\u00eaxtil:<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Limpeza de pista Corre\u00e7\u00e3o de defeitos estruturais localiza<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Pr\u00e1tica indicada para qualquer tipo de restaura\u00e7\u00e3o (recapeamento), com geot\u00eaxtil ou n\u00e3o, todas as \u00e1reas que possuam defici\u00eancias de estrutura dever\u00e3o ser abertas, retiradas as camadas deficientes eventualmente at\u00e9 o subleito (inclusive), recomposi\u00e7\u00e3o do subleito\/camadas com materiais compat\u00edveis ao tipo de pavimento e que possibilitem capacidade portanto (estrutural) no m\u00ednimo igual ao restante das \u00e1reas e comportamento geral semelhante.<\/p>\n\n\n\n<p>Muitas vezes se faz necess\u00e1rio a execu\u00e7\u00e3o de drenagem subsuperficial dessas \u00e1reas problem\u00e1ticas e at\u00e9 drenagem profunda, pois a defici\u00eancia estrutural est\u00e1 ligada \u00e0 presen\u00e7a de \u00e1gua, seja do len\u00e7ol fre\u00e1tico, seja de capilaridade ou pluviometria retida.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Corre\u00e7\u00e3o de depress\u00f5es e irregularidades<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Pr\u00e1tica indicada para qualquer tipo de restaura\u00e7\u00e3o, com ou sem geot\u00eaxtil Bidim, depress\u00f5es e irregularidades, tais como, deforma\u00e7\u00f5es excessivas de flechas em trilhas de roda, afundamentos localiza ou eleva\u00e7\u00f5es produzidas por defici\u00eancia de estabilidade da mistura betuminosa antiga, ou rupturas, devem ser retiradas por fresagem da superf\u00edcie ou regularizadas com mistura betuminosa devidamente aplicada e compactada, caso contr\u00e1rio quando aplicada a mistura betuminosa nova, como a compacta\u00e7\u00e3o em geral \u00e9 feita de forma homog\u00eanea em toda a superf\u00edcie, aquelas regi\u00f5es de maior espessura (depress\u00f5es) ficam com menor densidade, e o tr\u00e1fego poder\u00e1 reproduzir em pouco tempo o mesmo problema anterior (depress\u00f5es e irregularidades).<\/p>\n\n\n\n<p>Depress\u00f5es e irregularidades produzidas por misturas sem estabilidade devem preferencialmente ser retiradas por fresagem da superf\u00edcie, caso contr\u00e1rio o problema pode-se repetir na capa nova. Quando se utilizar o recurso da retirada de material da superf\u00edcie por processo de fresagem, recomenda-se soltar o tr\u00e1fego sobre a nova superf\u00edcie por algum tempo (eventualmente, dias), para a total retirada de part\u00edculas pulverulentas, minimizar a rugosidade produzida pela fresa e principalmente verificar se n\u00e3o se manifestar\u00e3o problemas devido \u00e0 redu\u00e7\u00e3o da espessura da camada superficial, tais como desagrega\u00e7\u00f5es e defici\u00eancias estruturais, que ent\u00e3o dever\u00e3o ser devidamente corrigidas.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Selamento das trincas<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>As trincas com dimens\u00f5es maiores que 3mm, ou com suas bordas erodidas, devem ser seladas com aplica\u00e7\u00e3o de lama asf\u00e1ltica, asfalto e at\u00e9 mistura betuminosa conforme o caso. As juntas de placas de concreto eventualmente devem ser reconstru\u00eddas ou receberem tratamento semelhante \u00e0s trincas para o correto preparo da superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p>Em pavimentos com grandes \u00e1reas trincadas do tipo \u201ccouro de crocodilo\u201d, mesmo sem grandes eros\u00f5es de bordas, \u00e0s vezes \u00e9 mais indicada \u00e0 execu\u00e7\u00e3o de uma camada fina de mistura betuminosa (sem agrega grau), sem dimens\u00f5es definidas, aplicada com motoniveladora. Em \u00e1reas com padr\u00f5es de trincamento semelhante e com eros\u00f5es de borda, esta \u00e9 a t\u00e9cnica de preparo de superf\u00edcie recomendada. Esta camada aplicada sobre uma imprima\u00e7\u00e3o de liga\u00e7\u00e3o sela as trincas e possibilita um apoio perfeito do geot\u00eaxtil Bidim na superf\u00edcie. Esta camada \u00e9 conhecida na pr\u00e1tica, mesmo em processos de restaura\u00e7\u00e3o sem o uso do geot\u00eaxtil Bidim como \u201ccamada de sacrif\u00edcio\u201d ou \u201cmassa fina\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta etapa de selagem de trincas \u00e9 muito importante para o bom desempenho do geot\u00eaxtil Bidim, pois garante o seu total apoio na superf\u00edcie e contato com a camada inicial de asfalto, garantindo uma boa impregna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Limpeza da pista<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>As opera\u00e7\u00f5es anteriormente descritas podem sujar a pista ou depositar agrega. A correta limpeza da pista garante a perfeita ader\u00eancia do asfalto e do geot\u00eaxtil Bidim nas etapas seguintes. A limpeza para retirar eventuais agrega evita a perfura\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Primeira aplica\u00e7\u00e3o do ligante asf\u00e1ltico<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Deve ser feita com cimento asf\u00e1ltico indicado para as condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas regionais<\/p>\n\n\n\n<p>(viscosidade\/penetra\u00e7\u00e3o\/susceptibilidade t\u00e9rmica). O ligante dever\u00e1 ser uma emuls\u00e3o asf\u00e1ltica ou um cimento asf\u00e1ltico.<\/p>\n\n\n\n<p>A escolha entre uma emuls\u00e3o ou um cimento asf\u00e1ltico vai das condi\u00e7\u00f5es de disponibilidade mesmos na obra, equipamentos dispon\u00edveis, temperaturas locais, hor\u00e1rio de trabalho (dia\/noite) e pluviosidades. Em locais muito frios o uso de emuls\u00e3o pode exigir muito tempo para o seu rompimento e cura, ou at\u00e9 inviabilizar seu uso.<\/p>\n\n\n\n<p>No caso de uso de emuls\u00e3o asf\u00e1ltica deve-se esperar a ruptura e cura do material para a etapa posterior de instala\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim. Recomenda-se o controle da taxa de asfalto atrav\u00e9s de bandejas (pesagem antes e depois da aplica\u00e7\u00e3o), para a obten\u00e7\u00e3o da taxa desejada e melhor homogeneidade da aplica\u00e7\u00e3o. Eventuais corre\u00e7\u00f5es da taxa total podem ser feitas por ocasi\u00e3o da segunda aplica\u00e7\u00e3o de ligante asf\u00e1ltico. \u00c9 mais indicado trabalhar com condi\u00e7\u00f5es que levem eventualmente a taxas menores que a esperada na primeira aplica\u00e7\u00e3o, pois corre\u00e7\u00f5es podem ser feitas na segunda aplica\u00e7\u00e3o. Excessos s\u00e3o dif\u00edceis de corrigir (aplica\u00e7\u00e3o de areia seca, por exemplo).<\/p>\n\n\n\n<p>A taxa total de asfalto (residual) depende do estado da superf\u00edcie do pavimento antigo. Se mais liso exige menos asfalto, se mais rugoso ou trincado exige mais asfalto. Existe uma taxa ideal, que \u00e9 respons\u00e1vel pela satura\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim, pela liga\u00e7\u00e3o com a superf\u00edcie antiga\/selagem eventual de trincas e pela liga\u00e7\u00e3o com a nova capa. Na pr\u00e1tica, a taxa total de asfalto residual (primeira mais segunda aplica\u00e7\u00e3o) para trabalhos como o geot\u00eaxtil Bidim RT-10 gira em torno de 1,00 a 1,20 litros\/m\u00b2. Para a primeira aplica\u00e7\u00e3o a taxa residual indicada \u00e9 de 0,70 a 0,90 litros\/m\u00b2.<\/p>\n\n\n\n<p>Ajustes em fun\u00e7\u00e3o da superf\u00edcie do pavimento antigo devem ser feitos na obra (textura, rugosidade e at\u00e9 rampas). A falta de asfalto \u00e9 danosa pela n\u00e3o impermeabilidade e eventuais faltas de ader\u00eancia. O excesso \u00e9 danoso pela exsuda\u00e7\u00e3o e eventuais escorregamentos. No entanto o processo n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o rigoroso e as pr\u00e1ticas de obra conseguem obter e aplicar as taxas ideais facilmente.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Instala\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>O geot\u00eaxtil Bidim pode ser desenrolado e instalado manualmente ou com aux\u00edlio de equipamentos apropria.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses equipamentos, que v\u00e3o desde simples \u201cpendurais\u201d at\u00e9 m\u00e1quinas mais performantes, devem ser utiliza principalmente em obras que requeiram produtividade.<\/p>\n\n\n\n<p>O geot\u00eaxtil Bidim deve ser instalado o mais esticado poss\u00edvel evitando-se rugas. No caso eventual de rugas, estas devem ser eliminadas com cortes e recuperadas com sobreposi\u00e7\u00f5es simples, ou preferencialmente, de topo.<\/p>\n\n\n\n<p>As uni\u00f5es longitudinais das mantas de geot\u00eaxtil Bidim dever\u00e3o ser feitas por sobreposi\u00e7\u00f5es de 5 a 10 cm. Essas uni\u00f5es devem ser feitas preferencialmente fora da regi\u00e3o de solicita\u00e7\u00e3o das cargas de roda (trilhas), ou seja, no eixo de pistas simples e nas divis\u00f5es das faixas de tr\u00e1fego. Quando da aplica\u00e7\u00e3o da primeira manta de geot\u00eaxtil Bidim e da camada de revestimento, a vibro acabadora dever\u00e1 estar com a dimens\u00e3o da mesa regulada para deixar uma faixa adicional de geot\u00eaxtil sem aplica\u00e7\u00e3o da mistura betuminosa, para a sobreposi\u00e7\u00e3o com a pr\u00f3xima manta a ser instalada.<\/p>\n\n\n\n<p>As uni\u00f5es transversais podem ser feitas de topo (preferencialmente) ou por sobreposi\u00e7\u00e3o, neste caso n\u00e3o se esquecendo de sobretaxas de asfalto para a perfeita impregna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas instala\u00e7\u00f5es em curvas horizontais abertas, como s\u00e3o normalmente as curvas rodovi\u00e1rias, principalmente com o uso de pendurais e equipamentos de instala\u00e7\u00e3o, o geot\u00eaxtil Bidim \u00e9 suficientemente deform\u00e1vel para se adaptar perfeitamente \u00e0s condi\u00e7\u00f5es geom\u00e9tricas da pista, mantendo as condi\u00e7\u00f5es ideais de instala\u00e7\u00e3o. No caso de curvas horizontais muito fechadas, normalmente urbanas, principalmente com instala\u00e7\u00f5es manuais do geot\u00eaxtil Bidim, para evitar a forma\u00e7\u00e3o prejudicial de rugas, deve-se instalar a manta em trechos \u201ctangentes\u201d retirando-se por corte os excessos forma e fazendo-se emendas preferencialmente de topo.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Rolagem do geot\u00eaxtil<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Esta opera\u00e7\u00e3o \u00e9 considerada muito importante para a perfeita ader\u00eancia do geot\u00eaxtil Bidim e seu adensamento pelo processo de expuls\u00e3o de ar e ascens\u00e3o do asfalto (impregna\u00e7\u00e3o).<\/p>\n\n\n\n<p>Sobre as superf\u00edcies fresadas, onde o asfalto aplicado tende a se deslocar para regi\u00f5es mais baixas das sali\u00eancias da superf\u00edcie, a compacta\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m ajuda a fazer uma redistribui\u00e7\u00e3o e uniformiza\u00e7\u00e3o. Com esta rolagem come\u00e7a o processo de impregna\u00e7\u00e3o e fixa\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil, resultando no final em uma membrana tem saturada, imperme\u00e1vel e com deforma\u00e7\u00e3o adequada.<\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisas tecnol\u00f3gicas mostraram que o desempenho do sistema \u00e9 mais eficaz quando esta opera\u00e7\u00e3o de rolagem diretamente sobre o geot\u00eaxtil Bidim \u00e9 efetuada. A rolagem \u00e9 feita com rolo de pneus (com controle de press\u00e3o), que passa sobre o geot\u00eaxtil com baixa press\u00e3o de infla\u00e7\u00e3o (aproximadamente 40 lbf\/in\u00b2). Conforme o tipo de asfalto utilizado (viscosidade\/penetra\u00e7\u00e3o) e temperatura local. Uma ou duas passadas do rolo s\u00e3o suficientes. Para temperaturas baixas pode-se fazer o resultado aumentando a press\u00e3o ou com maior n\u00famero de passadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Com esta opera\u00e7\u00e3o se obt\u00e9m total ader\u00eancia do geot\u00eaxtil Bidim e in\u00edcio da impregna\u00e7\u00e3o por penetra\u00e7\u00e3o invertida. O aspecto da superf\u00edcie \u00e9 um tom \u201cpardo\u201d mesclado pelas marcas pneus do rolo compactador. A opera\u00e7\u00e3o (n\u00famero de passadas x press\u00e3o) deve ser feita de forma que o asfalto n\u00e3o suba muito na superf\u00edcie provocando ader\u00eancias nos pneus do rolo compactador.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Segunda aplica\u00e7\u00e3o do ligante asf\u00e1ltico<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Visando promover a perfeita ader\u00eancia da nova capa sobre o geot\u00eaxtil Bidim, bem como completar e taxa total de asfalto (corrigindo faltas iniciais eventuais), sobre o geot\u00eaxtil Bidim (ap\u00f3s rolagem) \u00e9 feita a segunda aplica\u00e7\u00e3o de ligante asf\u00e1ltico.<\/p>\n\n\n\n<p>No geot\u00eaxtil Bidim RT-10 a taxa de asfalto residual aplicada gira em torno de 0,30 litros\/m\u00b2 nessa segunda aplica\u00e7\u00e3o. Por ocasi\u00e3o da compacta\u00e7\u00e3o da mistura betuminosa a quente (opera\u00e7\u00e3o final), o asfalto termina por se distribuir pelo corpo do geot\u00eaxtil dando-lhe perfeitas condi\u00e7\u00f5es de impregna\u00e7\u00e3o. Recomenda-se que ap\u00f3s a compacta\u00e7\u00e3o da mistura sejam retira corpos de prova para verifica\u00e7\u00e3o da impregna\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil e taxa total de asfalto aplicada.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Salgamento da superf\u00edcie<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Esta opera\u00e7\u00e3o \u00e9 feita com o objetivo de evitar a ader\u00eancia do asfalto\/geot\u00eaxtil Bidim nas rodas caminh\u00f5es de transporte ou rodas\/esteiras da vibro-acabadora. O salgamento \u00e9 feito com a pr\u00f3pria mistura betuminosa, em pequena quantidade apenas nos locais onde passar\u00e3o as rodas\/esteiras.<\/p>\n\n\n\n<p>Em locais frios, esta opera\u00e7\u00e3o muitas vezes \u00e9 dispensada.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma correta orienta\u00e7\u00e3o aos motoristas caminh\u00f5es que transportam a mistura betuminosa ajuda a minimizar a necessidade do \u201csalgamento\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Aplica\u00e7\u00e3o e compacta\u00e7\u00e3o da mistura betuminosa<\/p>\n\n\n\n<p>Opera\u00e7\u00e3o feita dentro padr\u00f5es e crit\u00e9rios tradicionais.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Considera\u00e7\u00f5es complementares<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>A metodologia acima apresentada para a perfeita instala\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim \u00e9 de car\u00e1ter geral, sendo assim pode e deve sofrer eventuais altera\u00e7\u00f5es visando obter a melhor adequa\u00e7\u00e3o para as condi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas da obra e para a melhor produtividade e desempenho poss\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Os fatores e peculiaridades que influem em cada situa\u00e7\u00e3o s\u00e3o: equipamentos e pessoal dispon\u00edvel, produtividade, temperaturas locais, per\u00edodo de execu\u00e7\u00e3o (dia e noite), umidade relativa do ar, condi\u00e7\u00f5es de superf\u00edcie do pavimento, tipo de asfalto utilizado nas imprima\u00e7\u00f5es (emuls\u00e3o ou cimento asf\u00e1ltico), propriedades do res\u00edduo asf\u00e1ltico (CAP) utilizado no tocante \u00e0 viscosidade\/penetra\u00e7\u00e3o\/suscetibilidade t\u00e9rmica, gramatura do geot\u00eaxtil utilizado, rampas e curvas (geometria) do pavimento, outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Sendo assim, at\u00e9 etapas podem ser eliminadas ou condensadas, mas com todo o crit\u00e9rio poss\u00edvel para garantir as perfeitas condi\u00e7\u00f5es de instala\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil, preparo de superf\u00edcie adequado, taxa de asfalto adequada, perfeita impregna\u00e7\u00e3o, perfeita ader\u00eancia geot\u00eaxtil-pavimento antigo e geot\u00eaxtil-novo capa etc.<\/p>\n\n\n\n<p>A Figura 5 mostra o resultado do correto selamento de trincas e o resultado de um selamento incorreto de trincas.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"256\" height=\"378\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem6-3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2210\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem6-3.jpg 256w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem6-3-203x300.jpg 203w\" sizes=\"(max-width: 256px) 100vw, 256px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p>No caso incorreto o geot\u00eaxtil acaba por penetrar na trinca resultando em uma r\u00e1pida propaga\u00e7\u00e3o dela, al\u00e9m de que o asfalto residual aplicado desce pela trinca e n\u00e3o resulta em impregna\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil comprometendo a impermeabilidade do local.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">INSTALA\u00c7\u00c3O DO GEOT\u00caXTIL BIDIM TRECHO EXPERIMENTAL<\/span><\/h4>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Corre\u00e7\u00e3o de defeitos estruturais localiza Corre\u00e7\u00e3o de depress\u00f5es e irregularidades<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Como o pavimento se apresentava isento de defeitos estruturais, depress\u00f5es, irregularidades e outros, fora o trincamento, n\u00e3o houve necessidade de preparo do pavimento nesse sentido.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Selagem das trincas<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Na pista Ilha Solteira Pereira Barreto, sub-trecho T1, a superf\u00edcie do pavimento apresentava trincas do tipo \u201ccouro de jacar\u00e9\u201d com dimens\u00f5es pouco superiores a 3mm. Nessa regi\u00e3o foi feito um trabalho de selagem de trincas atrav\u00e9s da aplica\u00e7\u00e3o de mistura betuminosa (CBUQ) apenas com os \u201cfinos\u2019, que foi aplicado manualmente sobre a superf\u00edcie seguida limpeza manual com vassoura para que esses finos penetrassem nas trincas. Nas demais \u00e1reas n\u00e3o houve necessidade de selagem de trincas.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Primeira aplica\u00e7\u00e3o do ligante asf\u00e1ltico<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>A emuls\u00e3o asf\u00e1ltica RR2C foi aplicada com uma temperatura de 50\/55\u00b0C, com barra espargidora. As taxas de asfalto foram devidamente controladas com o aux\u00edlio de bandejas (pesagem antes e depois). Foi esperada a devida cura de emuls\u00e3o. Cada subtrecho de aplica\u00e7\u00e3o do ligante betuminoso teve seu devido controle de taxa de asfalto, sendo que a m\u00e9dia determinada foi:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Taxa de emuls\u00e3o pura: 1,21 litros\/m\u00b2<\/li><li>Taxa de res\u00edduo asf\u00e1ltico (CAP): 0,79 litro\/m\u00b2<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Instala\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Havia sido preparado para a execu\u00e7\u00e3o do Trecho Experimental um \u201cpendural\u2019 (conforme Figura 7), por\u00e9m este s\u00f3 foi utilizado no in\u00edcio trabalhos de instala\u00e7\u00e3o no sub-trecho T3, pois as bobinas de geot\u00eaxtil Bidim estavam sem o tubo de papel\u00e3o (haviam sido retira). O restante do trecho foi instalado manualmente, com o devido cuidado para se evitar rugas (as poucas rugas foram retiradas com cortes e emendas feitas \u201ctopo a topo\u201d). As emendas entre mantas na longitudinal foram feitas por sobreposi\u00e7\u00e3o no eixo da pista e, portanto, fora das trilhas de rodas. As emendas transversais foram feitas do tipo \u201ctopo a topo\u201d. Apesar de ter sido instalado manualmente, gra\u00e7as ao treinamento inicial feito com a equipe de oper\u00e1rios, pode-se considerar que o geot\u00eaxtil Bidim foi bem instalado.<\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"499\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem7-1-1024x499.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2212\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem7-1-1024x499.png 1024w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem7-1-300x146.png 300w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem7-1-768x374.png 768w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem7-1-1536x749.png 1536w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem7-1-2048x999.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/figure><\/div>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Rolagem do geot\u00eaxtil<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Sobre toda a superf\u00edcie do geot\u00eaxtil foi efetuada a opera\u00e7\u00e3o com rolo de pneus, variando-se o n\u00famero de passadas e press\u00e3o pneus em fun\u00e7\u00e3o da temperatura local hor\u00e1ria (muito elevada principalmente nesta \u00e9poca do ano fevereiro\/92). De uma maneira geral, a rolagem foi controlada visualmente, sendo que nos per\u00edodos menos quentes contou de duas passadas com press\u00e3o de 70 lbf\/in\u00b2 e nos per\u00edodos mais quentes de uma passada com press\u00e3o de 40 lbf\/in\u00b2.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Segunda aplica\u00e7\u00e3o do ligante asf\u00e1ltico<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>A emuls\u00e3o asf\u00e1ltica RR2C foi aplicada sobre o Bidim nas mesmas condi\u00e7\u00f5es da primeira aplica\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m com controle atrav\u00e9s de bandejas, sendo a taxa m\u00e9dia:<\/p>\n\n\n\n<ul><li>Taxa de emuls\u00e3o pura: 0,73 litros\/m\u00b2<\/li><li>Taxa de res\u00edduo asf\u00e1ltico (CAP): 0,47 litros\/m\u00b2<\/li><\/ul>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Salgamento da superf\u00edcie<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Como a temperatura local \u00e9 muito elevada, o \u201csalgamento\u201d da superf\u00edcie foi efetuado, com a pr\u00f3pria mistura retirada da ca\u00e7amba da vibro-acabadora, apenas na regi\u00e3o das rodas caminh\u00f5es de transporte de CBUQ e da vibro-acabadora. No final de um dia de trabalho, devido \u00e0 queda da usina de asfalto, foi necess\u00e1ria a aplica\u00e7\u00e3o de um \u201csalgamento\u201d sobre toda a superf\u00edcie em uma grande extens\u00e3o da faixa Ilha Solteira Pereira Barreto do subtrecho T1 para evitar o tr\u00e1fego diretamente sobre o geot\u00eaxtil Bidim. A capa de rolamento foi aplicada no dia seguinte sem que nenhum dano tenha sido provocado no sistema geot\u00eaxtil + asfalto.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">Aplica\u00e7\u00e3o e compacta\u00e7\u00e3o do CBUQ<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Executado com os procedimentos tradicionais sem maiores observa\u00e7\u00f5es, apenas que foi tomado o devido cuidado para que na oportunidade da aplica\u00e7\u00e3o do CBUQ na primeira faixa da pista fosse deixando uma sobre largura de geot\u00eaxtil Bidim sem que a mistura betuminosa para a posterior sobreposi\u00e7\u00e3o longitudinal (eixo da pista) da manta lateral cont\u00edgua.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">10 TREINAMENTO PARA A EQUIPE DA CONSTRUTORA SANCHES TRIPOLONI<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Antes da execu\u00e7\u00e3o servi\u00e7os de implanta\u00e7\u00e3o do Trecho Experimental, foi feita uma palestra de treinamento, n\u00e3o s\u00f3 para o engenheiro da obra, mas tamb\u00e9m e principalmente para os encarrega, laboratoristas, motoristas, operadores de m\u00e1quinas e oper\u00e1rios, de maneira que na ocasi\u00e3o de execu\u00e7\u00e3o de cada atividade estes sabiam exatamente o que fazer, e mais importante, \u201cpor que fazer\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p>Gra\u00e7as a este treinamento, que motivou a to os envolvi, a execu\u00e7\u00e3o do Trecho Experimental transcorreu muito bem e com excelente qualidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Esta experi\u00eancia serviu de exemplo para ser aplicado em qualquer obra, pois quando os oper\u00e1rios e demais envolvi sabem exatamente \u201co que fazer\u201d e \u201cpor que fazer\u201d, a motiva\u00e7\u00e3o pode levar ao sucesso mais facilmente.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">11 AVALIA\u00c7\u00c3O DAS CONDI\u00c7\u00d5ES DO TRECHO EXPERIMENTAL MAIO 1993<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>Em avalia\u00e7\u00e3o subjetiva do estado da superf\u00edcie do pavimento do Trecho Experimental efetuada em 06 de maio de 1993, com 1 ano e 3 meses de implanta\u00e7\u00e3o, verificou-se que os tr\u00eas sub-trecho (T1, T2 e T3), com e sem o geot\u00eaxtil Bidim, encontravam-se em perfeitas condi\u00e7\u00f5es, sem defeitos ou quaisquer ind\u00edcios de trincamentos. Pretende-se continuar com as avalia\u00e7\u00f5es para o acompanhamento do desempenho subtrechos.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">12 AGRADECIMENTOS<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>A implanta\u00e7\u00e3o do Trecho Experimental s\u00f3 foi poss\u00edvel gra\u00e7as \u00e0 determina\u00e7\u00e3o e apoio do Eng\u00ba Ademilton de Matos, Diretor T\u00e9cnico da DR-11 (Ara\u00e7atuba) do DER-SP e ao apoio incondicional da Construtora Sanches Tripoloni, principalmente do Eng\u00ba Carlos Alberto A. Rodrigues, a quem agradecemos.<\/p>\n\n\n\n<p>Nossos agradecimentos especiais aos oper\u00e1rios motoristas, laboratoristas, encarrega e demais funcion\u00e1rios da Construtora Sanches Tripoloni e do DER-SP, pela colabora\u00e7\u00e3o e especial sentimento de profissionalismo demonstrado durante os trabalhos de implanta\u00e7\u00e3o do Trecho Experimental.<\/p>\n\n\n\n<h4><span style=\"color:#434343\" class=\"has-inline-color\">13 BIBLIOGRAFIA<\/span><\/h4>\n\n\n\n<p>COLOMBIER, Georges.&nbsp; Fissuration d\u00eas Chauss\u00e9s Nature et Origine des Fissures Moyens pour Maitriser leur Remont\u00e9s, Reflective Cracking in Pavements Assesment and Control, Li\u00e9ge, B\u00e9lgica, mar\u00e7o de 1989.<\/p>\n\n\n\n<p>MARONI, Laerte Gui\u00e3o et Al.&nbsp; Aplica\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil n\u00e3otecido na Restaura\u00e7\u00e3o do Pavimento da Ruta 5 e Ruta 7 \u201cUma Experi\u00eancia Argentina\u201d, 26\u00aa Reuni\u00e3o Anual de Pavimenta\u00e7\u00e3o, Aracaju (SE), outubro de 1992.<\/p>\n\n\n\n<p>MARONI, Laerte Gui\u00e3o Aplica\u00e7\u00f5es Recentes de Geot\u00eaxtil en Repavimentacion Asf\u00e1ltica, Congresso Nacional de Vialidad y Tr\u00e2nsito, Buenos Aires (Argentina), dezembro de 1992.<\/p>\n\n\n\n<p>Relat\u00f3rios Internos Atividade Bidim.<\/p>\n\n\n\n<h4 class=\"has-text-align-center\">DOCUMENTA\u00c7\u00c3O FOTOGR\u00c1FICA<\/h4>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"716\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem8-1-1024x716.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2222\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem8-1-1024x716.png 1024w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem8-1-300x210.png 300w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem8-1-768x537.png 768w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem8-1.png 1360w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Vista geral do sub-treco T1 antes da execu\u00e7\u00e3o da restaura\u00e7\u00e3o. A faixa esquerda de tr\u00e1fego apresentava padr\u00e3o de trincamento mais severo que a faixa direita (11\/09\/91).<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"435\" height=\"302\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem9-3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2224\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem9-3.jpg 435w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem9-3-300x208.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 435px) 100vw, 435px\" \/><figcaption>Padr\u00e3o de trincamento do pavimento no sub-trecho T1 antes da restaura\u00e7\u00e3o (11\/09\/91) Estaca 1513.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"433\" height=\"301\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem11-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2226\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem11-2.jpg 433w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem11-2-300x209.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 433px) 100vw, 433px\" \/><figcaption>Padr\u00e3o de trincamento do pavimento no sub-trecho T2 antes da restaura\u00e7\u00e3o (11\/09\/91) Estaca 1498.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"430\" height=\"303\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem12-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2228\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem12-2.jpg 430w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem12-2-300x211.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 430px) 100vw, 430px\" \/><figcaption>Padr\u00e3o de trincamento do pavimento no sub-trecho T3 antes da restaura\u00e7\u00e3o (11\/09\/91) Estaca 1485.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"429\" height=\"301\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem13-3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2230\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem13-3.jpg 429w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem13-3-300x210.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 429px) 100vw, 429px\" \/><figcaption>Selagem das trincas do sub-trecho T1 com vassouramento de \u201cp\u00f3 de CBUQ\u201d (07\/02\/92).<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"426\" height=\"303\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem14-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2232\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem14-2.jpg 426w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem14-2-300x213.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 426px) 100vw, 426px\" \/><figcaption>6 Opera\u00e7\u00e3o de limpeza da pista (07\/02\/92).<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"434\" height=\"304\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem15-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2234\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem15-2.jpg 434w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem15-2-300x210.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 434px) 100vw, 434px\" \/><figcaption>Primeira aplica\u00e7\u00e3o do ligante asf\u00e1ltico (07\/02\/92).<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"442\" height=\"303\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem16-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2236\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem16-2.jpg 442w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem16-2-300x206.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 442px) 100vw, 442px\" \/><figcaption>Instala\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim com o aux\u00edlio do \u201cpendural\u201d (07\/02\/92).<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"433\" height=\"303\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem17-3.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2238\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem17-3.jpg 433w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem17-3-300x210.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 433px) 100vw, 433px\" \/><figcaption>Instala\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim com processo manual (07\/02\/92).<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"433\" height=\"303\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem18.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2240\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem18.jpg 433w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem18-300x210.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 433px) 100vw, 433px\" \/><figcaption>Rolagem sobre o geot\u00eaxtil Bidim com o rolo de pneus (07\/02\/92).<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"444\" height=\"304\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem19-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2242\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem19-1.jpg 444w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem19-1-300x205.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 444px) 100vw, 444px\" \/><figcaption>Segunda aplica\u00e7\u00e3o do ligante asf\u00e1ltico (07\/02\/92).<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"435\" height=\"302\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem20.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2244\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem20.jpg 435w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem20-300x208.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 435px) 100vw, 435px\" \/><figcaption>Aplica\u00e7\u00e3o do CBUQ sobre o geot\u00eaxtil Bidim devidamente impregnado com asfalto. Sob as trilhas de passagem do caminh\u00e3o a opera\u00e7\u00e3o de \u201csalgamento\u201d com o CBUQ para evitar a ader\u00eancia nas rodas (07\/02\/92).<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"703\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem21-1024x703.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2246\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem21-1024x703.png 1024w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem21-300x206.png 300w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem21-768x527.png 768w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem21.png 1384w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Compacta\u00e7\u00e3o final do CBUQ com o rolo de pneus. Observar a sobre largura excedente do geot\u00eaxtil Bidim sem a aplica\u00e7\u00e3o do CBUQ para a uni\u00e3o longitudinal com a pr\u00f3xima manta para execu\u00e7\u00e3o da outra faixa de tr\u00e1fego (07\/02\/92).<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"438\" height=\"302\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem22.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2248\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem22.jpg 438w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem22-300x207.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 438px) 100vw, 438px\" \/><figcaption>Aspecto da superf\u00edcie do pavimento no subtrecho T1 (com geot\u00eaxtil Bidim) ap\u00f3s 1 ano e 3 meses de execu\u00e7\u00e3o da restaura\u00e7\u00e3o (06\/05\/93). Estaca 15.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"437\" height=\"303\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem23.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2250\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem23.jpg 437w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem23-300x208.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 437px) 100vw, 437px\" \/><figcaption>Aspecto da superf\u00edcie do pavimento no subtrecho T2 (sem Bidim) ap\u00f3s 1 ano e 3 meses da execu\u00e7\u00e3o da restaura\u00e7\u00e3o (06\/05\/93) Estaca 1498.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"436\" height=\"303\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem24.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-2252\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem24.jpg 436w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem24-300x208.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 436px) 100vw, 436px\" \/><figcaption>Aspecto da superf\u00edcie do pavimento no subtrecho T3 (com geot\u00eaxtil Bidim) ap\u00f3s 1 ano e 3 meses da execu\u00e7\u00e3o da restaura\u00e7\u00e3o (06\/05\/93). Estaca 1484.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"711\" src=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem25-1024x711.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-2254\" srcset=\"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem25-1024x711.png 1024w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem25-300x208.png 300w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem25-768x533.png 768w, https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-content\/uploads\/2021\/06\/Imagem25.png 1370w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption>Aspecto geral do pavimento no subtrecho T1 (com geot\u00eaxtil Bidim) ap\u00f3s 1 ano e 3 meses da execu\u00e7\u00e3o da restaura\u00e7\u00e3o (06\/05\/93).<\/figcaption><\/figure><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Autor:&nbsp;Departamento T\u00e9cnico \u2013 Atividade Bidim Revisado JANEIRO 2011- Departamento T\u00e9cnico Mexichem Bidim Ltda.\ufeff RESUMO Este trabalho apresenta detalhes sobre a constru\u00e7\u00e3o do Trecho Experimental implantado na Rodovia SP-310 pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Estado de\u00a0 Paulo\u00a0 DR11, relativo \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o do geot\u00eaxtil Bidim como \u201cCamada Anti Propaga\u00e7\u00e3o de Trincas\u201d na restaura\u00e7\u00e3o de pavimento [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":[],"categories":[66],"tags":[58],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2195"}],"collection":[{"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2195"}],"version-history":[{"count":54,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2195\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2276,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2195\/revisions\/2276"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2195"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2195"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/diprotecgeo.com.br\/casos-de-obra\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2195"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}